Saúde como política de Estado: a urgência de uma agenda permanente
Indústria brasileira de dispositivos médicos é essencial para avanços, mas país ainda depende da importação
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Nas últimas décadas, a explosão da luz artificial, horários de trabalho erráticos e conectividade digital 24 horas por dia alteraram fundamentalmente quando e como dormimos, comemos e descansamos. Como resultado, pesquisadores dizem que os processos biológicos que dependem do nascer e do pôr do sol —como regulação imunológica, controle endócrino e funções metabólicas— podem se desintegrar.
A melatonina, um hormônio produzido na escuridão, desempenha um papel crucial neste sistema. Mas no mundo luminoso e sem sono de hoje, a produção de melatonina é regularmente interrompida.
Pesquisas têm relacionado o desalinhamento circadiano crônico a maiores riscos de cânceres de mama, colorretal, pulmão, fígado e pâncreas, todos cada vez mais diagnosticados em populações mais jovens. E em 2007, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer declarou que o trabalho em turnos que perturba os ritmos circadianos é um provável carcinógeno humano.
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