Câmara rejeita telemedicina em farmácia e expõe divisão do setor

De um lado, entidades como a Abrafarma defendiam a aprovação do projeto de lei na sua redação original, que contemplava a telemedicina em farmácia e tinha a assinatura de 15 deputados – representando partidos das mais diversas correntes – entre os quais Cidadania, Novo, PP, Pros, PSB, PSDB, PSL e PTB. Mas do outro lado estavam os conselhos de farmácia, que se uniram à classe médica e preferiram manter uma lei de 1973 para reger a atividade dos farmacêuticos.

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