Japão vai destruir medicamentos adquiridos durante a pandemia

O governo japonês anunciou neste sábado (11) que vai destruir cerca de 77% dos medicamentos orais que comprou durante a pandemia de Covid-19. Dos 5,6 milhões de comprimidos adquiridos, 4,3 milhões continuam sem uso.

De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, as farmacêuticas já disponibilizaram os medicamentos ao público e o governo só pode fornecê-los em caso de emergência, depois de a doença ter sido rebaixada para a mesma categoria da gripe sazonal, em maio do ano passado.

O custo dos medicamentos sem uso é estimado pelo governo em 300 bilhões de ienes (US$ 1,93 bilhão) e deverão ser destruídos quando a data de validade expirar. Serão descartados comprimidos Xocova (produzidos pela Shionogi), cápsulas Lagevrio (fabricadas pela Merck) e comprimidos Paxlovid (faricados pela Pfizer).

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Alimentos e saúde respondem por quase 80% da alta do IPCA em abril

“Os grupos com maior influência foram alimentos e saúde e cuidados pessoais, puxado por medicamentos, após autorização de reajuste”, disse.

A alta dos preços de alimentação e bebidas acelerou de 0,53% em março para 0,70% em abril. Já a do grupo de saúde e cuidados pessoais passou de 0,43% em março para 1,16% em abril. Cada um dos dois grupos respondeu, individualmente, por 0,15 ponto percentual da taxa de 0,38% do IPCA. Isso significa uma contribuição conjunta de 0,30 ponto percentual, ou 78,9% da alta.
Combustíveis e medicamentos responderam, sozinhos, por mais da metade da alta do IPCA de abril. O impacto conjunto foi de 0,20 ponto percentual da taxa de 0,38% do IPCA em abril, ou 52% da alta.
Já os preços de produtos farmacêuticos – onde estão os medicamentos – subiram 2,84% em abril, como reflexo da autorização de reajuste de até 4,5% da CMED.

Muitos dos medicamentos entraram no ranking dos maiores aumentos do IPCA em abril, como antidiabético (4,19%), anti-infeccioso e antibiótico (3,49%), hipotensor e hipocolesterolêmico (3,34%), antigripal e antitussígeno (2,65%) e analgésico e antitérmico (2,52%), por exemplo.

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AI-powered drug discovery demands investor patience

The artificial intelligence hype cycle depends on flashy announcements that break records. In April, San Francisco-based start-up Xaira delivered just that, announcing that it had raised $1bn in one of biotech’s biggest ever launches.

Xaira claims that drug development is poised for an AI revolution. It is not alone. Demis Hassabis, co-founder of Google DeepMind, famous for solving the 50-year-old scientific challenge of protein shape prediction, argues that biology could be “perfect” for AI, as it is fundamentally an information processing system. He heads Isomorphic Labs, Alphabet’s AI drugs offshoot which has agreed partnerships worth up to $3bn with Eli Lilly and Novartis. It aims to halve the drug discovery stage to just two years.

Growing numbers of AI-derived compounds are under development. The World Health Organisation has identified at least 73, though none are yet approved for use in humans. Some companies are getting close. Insilico Medicine, which recently filed for a Hong Kong IPO, was the first to get an AI-designed drug into Phase II clinical trials.

But AI is still no substitute for the experimentation that underpins understanding of a disease. The sector has already experienced trouble. On the day of Xaira’s launch, BenevolentAI announced major lay-offs. The London-based company set out to unite human and machine intelligence but its shares have lost 94 per cent of their value since it went public with a €1.5bn valuation in December 2021 via a merger with a special purpose acquisition company.

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