Artrose pode afetar quase 1 bilhão de pessoas até 2050

A osteoartrose é uma doença degenerativa que se caracteriza pelo desgaste das cartilagens que revestem as extremidades dos ossos nas articulações. Essa condição, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, é como um intruso silencioso que chega sem alarde e, aos poucos, mina a cartilagem causando dor, rigidez e limitações de movimento.

Uma pesquisa recente realizada pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) dos Estados Unidos, projetou informações preocupantes: quase 1 bilhão de pessoas serão afetadas pela doença até 2050. Ainda segundo o estudo, em 1990 a artrose afetava 256 milhões de pessoas em todo o mundo. Já em 2020, esse número era de 595 milhões.

Atualmente, as opções para lidar com a osteoartrite incluem exercícios, fisioterapia, uso de bengalas ou talas, adaptações na casa, analgésicos e cirurgia (incluindo substituição da articulação). No entanto, essas são medidas paliativas, pois essa condição não tem cura – existem ações preventivas e atividades, contudo, que podem ajudar a minimizar os riscos e promover o bem-estar.

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Mortes ligadas à hipertensão têm salto de 47% em 3 anos

No período de três anos, as mortes associadas à hipertensão arterial tiveram um salto de 47,67% no país, saindo de 26.560 óbitos, em 2019, para 39.220, em 2022.

O período coincide com a pandemia de Covid, quando o atendimento de muitos doentes crônicos foi descontinuado e houve alta de fatores de risco como sedentarismo, obesidade e consumo de álcool.

Os dados são do Observatório da Atenção Primária à Saúde, da Umane, associação sem fins lucrativos na área de saúde pública com base no SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade). Os números de 2023 ainda não estão fechados.Enfermeira de programa que monitora hipertensos na atenção primária atende uma paciente, em São Paulo – Rafaela Araújo/Folhapress

Um outro estudo da Fiocruz vai na mesma direção. Mesmo com a exclusão de óbitos por Covid, a média de mortes associadas à hipertensão e à diabetes ficou acima das taxas globais, em um comparativo de dados de mortalidade entre os anos de 2015 a 2019 e 2020 a 2022.

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Mounjaro: importar medicamento custa mais de R$ 5 mil

O Mounjaro (tirzepatida), primo rico do Ozempic (semaglutida), foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em setembro do ano passado, para tratamento de diabetes tipo 2. Assim como seu “primo”, é utilizado no tratamento de obesidade. Porém, o medicamento ainda não pode ser comprado nas farmácias brasileiras e, na conversão, o preço sai por mais de R$ 5 mil por tubo.

O fármaco tirzepatida é um receptor dual de GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose) e agonista (enzima capaz de se ligar a um receptor celular e ativá-lo) do receptor GLP-1 (Glucagon-like Peptide-1, na silga em inglês).

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