Renda fixa global entra em novo período de estresse
Diante de um quadro fiscal que não deve melhorar, é possível que as taxas de 30 anos subam para próximo de 5,4%
Diante de um quadro fiscal que não deve melhorar, é possível que as taxas de 30 anos subam para próximo de 5,4%
Volatilidade nos preços de títulos públicos de prazo longo, como o IPCA+, pode representar oportunidade para ‘travar’ retornos mais altos
Com juros reais acima de 7%, investidores avaliam que papéis indexados à inflação dependem mais de melhora fiscal e da curva prefixada para avançar
Guilherme Rodrigues, gestor de renda fixa recém chegado à instituição, mantém apostas pequenas na queda dos juros nominais
Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima, e Cesar Mindof, diretor da associação, enxergam momento favorável para FIIs e Fiagros e que mesmo renda variável pode ensaiar uma retomada
Zimmermann, da instituição, diz que ainda podem surgir oportunidades nos títulos prefixados, especialmente diante de novos choques de risco ou de uma reprecificação das expectativas fiscais, mas os retornos tendem a ficar mais próximos do juro contratado
Com cortes da Selic no radar em 2026, gestores apontam virada na renda fixa e defendem foco em IPCA+ intermediário, prefixados curtos e pós-fixados para liquidez.
Com demanda forte por renda fixa em 2025, prêmio de risco encolheu mesmo com métricas de crédito pressionadas; gestores veem normalização no próximo ciclo
Títulos indexados à inflação no Brasil ainda operam com taxas acima de 7% em toda a curva
Segundo um levantamento feito pela Pop BR, esses títulos movimentaram R$ 1,2 trilhão no mercado secundário ao longo de 2025, um aumento de 29% em relação a 2024