Em 2020, no auge da pandemia, a Eurofarma colocou em prática a política de home office, determinando até dois dias em casa e outros três no escritório”, lembra Daniela Panagassi, diretora de RH da companhia. A exceção foram as três fábricas que mantém no Brasil, das dez operadas no mundo. “Como deu certo, adotamos de forma definitiva. Hoje, se o funcionário quiser pode voltar a trabalhar cinco dias no escritório. Mas 70% da força optaram por ficar até dois dias de home office.”.
Em 2021 a Eurofarma cumpriu uma agenda intensa de mudanças. A partir de um censo interno, elegeu metas corporativas em torno de gênero, raça, LGBTQIA+ e PCDs. Para cada um constituiu grupos de afinidades com adesão voluntária. Um dos pontos estabelecidos era contratar mulheres para 50% das novas vagas. “Hoje só duas áreas não têm 50% de mulheres: operações e comercial”, salienta Panagassi. Metade do board da companhia é composta de mulheres. Houve avanços também na implantação de um programa para identificar e preparar os funcionários para experiência internacional. A meta de reservar 70% das novas vagas para o recrutamento interno também foi cumprida.
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