Genérico e estética vão alavancar vendas da Cimed
Depois de ver a receita líquida avançar 22,5% em 2022, para R$ 1,94 bilhão, a Cimed quer seguir crescendo o dobro do mercado neste ano, com uma estratégia que combina mix de vendas de maior valor e aposta reforçada em medicamentos genéricos, que já são relevantes em seu portfólio, e estética, uma das novidades a caminho.
Terceiro maior do setor em volume de vendas, o grupo vai acelerar o lançamento de novas moléculas, especialmente em sistema nervoso central, e estrear em ácido hialurônico, com foco em clínicas e consultórios. “Seguimos com o plano de lançar no mínimo 50 produtos”, diz o presidente e sócio da farmacêutica, João Adibe Marques.
A linha de ácido hialurônico chegará a mercado no segundo semestre, com foco em estética – o ativo tem sido cada vez mais usado para preenchimento e sustentação da pele. “Vamos testar o mercado de clínicas e consultórios com essa linha, que vai ser uma grande alavanca de resultados”, avalia o executivo.
Até agora, o foco da Cimed esteve em crescimento orgânico, tanto de capacidade industrial quanto de portfólio. O recente investimento de R$ 300 milhões em uma nova fábrica preparou o grupo para acelerar o lançamento e a produção de novos medicamentos. Mas, com a musculatura que os negócios têm hoje – a meta para 2023 é chegar a R$ 3 bilhões de receita bruta -, aquisições, de linhas de produtos ou de outras empresas, ganham sentido estratégico.
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