Xi ganha apoio de Putin sobre Taiwan e faz papel de pacificador na Ucrânia
Após a visita de três dias à Rússia, Xi retornou à China na quarta-feira, informou a agência oficial de notícias Xinhua.
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Veja maisA indústria farmacêutica nacional apoia a reforma tributária, mas quer ser enquadrada em um regime especial para a área de saúde. Esse é o padrão nos países que adotaram o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), disse ao Valor Reginaldo Arcuri, presidente da FarmaBrasil, associação das empresas do setor. “Somos a favor da simplificação, pois há mesmo um manicômio tributário.”
Hoje, cerca de 70% dos medicamentos comercializados no Brasil não pagam o PIS/Cofins. Eles integram uma lista positiva elaborada pelo Ministério da Saúde que lhes garante esse tratamento tributário especial. Alguns Estados também desoneram medicamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), desde que estejam na lista positiva.
Não está claro se a lista será ou não mantida com a reforma tributária. Alguns projetos de lei apresentados pelo governo anterior acabavam com ela. Relatórios elaborados para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110 deram diferentes tratamentos ao tema.
A estratégia adotada pelo governo é tentar aprovar uma emenda constitucional com os conceitos da reforma tributária e depois detalhar os pontos em uma lei complementar. O tratamento ao setor de fármacos é um dos temas que ficariam para a discussão posterior.
Outro ponto que preocupa os laboratórios é o cashback. Existe a possibilidade de esse mecanismo, que vem sendo divulgado como forma de compensar os mais pobres pelo fim da desoneração da cesta básica, abarcar também os medicamentos. Há muitas dúvidas sobre o público a ser atendido e a extensão desse programa. São dúvidas que também ficarão para serem dirimidas na elaboração da lei complementar.
Veja maisA União Química, uma das mais tradicionais farmacêuticas brasileiras, está avaliando novas aquisições no país e no exterior, como parte da estratégia de chegar a mais mercados – em termos de área terapêutica e de geografia – e manter o ritmo de expansão acima de 20% em todas as unidades de negócio. Crescer organicamente, via lançamentos e ampliação das vendas do portfólio atual de remédios, também está nos planos.
No ano passado, a companhia, cuja receita líquida subiu 12,6%, a R$ 3,8 bilhões, concluiu a compra de nove marcas e da fábrica de hormônios da Bayer Schering em São Paulo (SP), ampliando presença em mais de 30 países e se consolidando como líder em contraceptivos hormonais orais na América Latina.
“A aquisição vai facilitar a entrada com novos produtos nesses mercados e acelerar nosso processo de internacionalização”, disse ao Valor o dono e presidente da União Química, Fernando de Castro Marques. Pelo acordo, além de ficar com as nove marcas e a fábrica de Cancioneiro, a farmacêutica brasileira passou a produzir para a Bayer, no país, medicamentos que não foram vendidos no pacote, como os anticoncepcionais Yaz e Yasmin.
Bastante usada na Europa e nos Estados Unidos, a terceirização da produção (“outsourcing”) de remédios é menos comum no Brasil. Ainda assim, se tornou um negócio relevante para a União Química, que hoje é fornecedora de outros laboratórios brasileiros e de multinacionais como GSK, Novartis e Zoetis. No ano passado, as receitas com a produção para terceiros chegaram a R$ 663,2 milhões, equivalentes a 15% dos negócios no Brasil.
Veja maisMais responsabilidades para Geisa Cavalari na Sandoz. A diretora de assuntos regulatórios assume também os setores digital e de excelência comercial. Na empresa há três anos, até então estava na área de portfólio, lançamentos e projetos estratégicos. Atuou em grandes farmacêuticas como Amgen e Eurofarma, sendo sete anos na primeira, onde alcançou o cargo de gerente de assuntos…
Veja maisA Natura & Co deve começar a receber no fim da próxima semana propostas firmes para a Aesop, marca de luxo da companhia de beleza, apurou o Valor. Desde novembro do ano passado, quando anunciou que buscava um investidor para a Aesop, a empresa brasileira recebeu várias propostas de compra em diversos formatos – houve interessados por uma fatia minoritária, controle do negócio e por 100% da marca, afirmaram fontes a par do assunto.
Inicialmente, a Natura pretendia fazer a cisão da marca ou mesmo uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). No entanto, com as condições adversas de mercado, os acionistas decidiram descartar uma eventual abertura de capital. A companhia é assessorada pelo Bank of America e Morgan Stanley.
Os acionistas já receberam diversas propostas não vinculantes e agora estão analisando qual será o formato de venda. Originalmente, os controladores pensavam em vender uma fatia minoritária, mas já não descartam abrir mão do controle ou até mesmo vender todo o negócio. No fim do ano passado, a Aesop era avaliada em cerca de US$ 2 bilhões – no mercado, há fontes que já cotam a marca em até US$ 2,5 bilhões. Com valor de mercado de R$ 18,5 bilhões, as ações da Natura encerraram ontem em alta de 2,2%. No acumulado do ano, subiram 14,8%.
A marca atraiu desde o maior grupo de produtos de luxo LVMH, a também francesa L’Oréal, à japonesa Shiseido, como também fundos, como CVC e Permira. Na sexta-feira, dia 17, a Natura & Co informou ao mercado que recebeu propostas iniciais não vinculantes envolvendo a venda total ou parcial da Aesop e continua avaliando estruturas alternativas envolvendo a unidade, mas não divulgou nome das potenciais interessadas.
Veja maisO fentanil é um opioide sintético 50 vezes mais potente que a heroína e cerca de cem vezes mais potente que a morfina.
Administrado por via oral ou intravenosa, sua ação é rápida, bem como rápida é sua eliminação do organismo, propriedades farmacológicas que justificam seu emprego em anestesia, especialmente em procedimentos pouco invasivos. É possível que você, leitor, já tenha recebido esse medicamento, numa endoscopia ou na correção de uma fratura óssea, sem saber. Os anestesistas consideram o fentanil bastante seguro, desde que administrado por mãos experientes.
O risco é o seu uso indevido, porque a margem de segurança é estreita: doses de até 2 mg podem provocar paradas respiratórias fatais.
Veja maisA NVIDIA anunciou nesta terça-feira, dia 21, um sistema de inteligência artificial generativa que tem potencial para auxiliar a indústria farmacêutica na busca por novos medicamentos. O serviço BioNeMo foi criado para acelerar os processos mais demorados e custosos da linha de pesquisa de novas drogas, com base em documentos já publicados por pesquisadores. Para Kimberly Powell, vice-presidente…
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