O segmento contribuiu para o avanço de 18% no faturamento da companhia, que chegou a R$ 2,1 bilhões em 2021. Em 2020, a fatia dessa linha de produtos no faturamento da Biolab fora praticamente zero, mas saltou para 7% no ano passado e deve alcançar 9% a 10% este ano, prevê o CEO e um dos sócios da empresa, Cleiton Castro Marques. “O mercado [de medicamentos] de sistema nervoso central teve impulso grande durante a pandemia, que gerou muita insegurança, estresse e depressão nas pessoas. A própria doença, naqueles que tiveram de forma mais grave, gerou depressão muito grande”, observa.
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