Rede D’Or estuda pôr imóveis como garantia para SulAmérica e transformar seguradora em medicina de grupo

A Rede D’Or está estudando colocar alguns de seus imóveis como ativos garantidores para a SulAmérica. Com isso, a seguradora de saúde libera parte dos R$ 4 bilhões que, atualmente, estão bloqueados como reservas exigidas pelos órgãos reguladores. Além disso, o grupo hospitalar está analisando transformar a seguradora em uma operadora de medicina de grupo, que tem uma tributação menor.

“Estamos estudando todas as possibilidades e nos próximos trimestres deveremos ter mais novidades”, disse Paulo Moll, presidente da Rede D’Or. A companhia realizou, ontem, sua primeira teleconferência de resultados a analistas e investidores em conjunto com a SulAmérica — a fusão dos negócios foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em dezembro.

Uma seguradora, que se enquadra como instituição financeira, paga 40% de IR e Contribuição Social, além de IOF. Já nas medicinas de grupo, a tributação é de 34%, uma vez que é calculada sobre o ISS.

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Novo tratamento para obesidade simula efeitos da bariátrica sem cirurgia

Um novo tratamento para obesidade promete perda de peso sem a necessidade de fazer uma cirurgia bariátrica e sem os efeitos colaterais associados a outras drogas para emagrecimento, como enjoos e náuseas.

Além disso, a droga levou à redução de cerca de 80% do apetite em ratos testados em laboratório e diminuiu, em média, 12% do peso em 16 dias de tratamento. Com isso, a descoberta pode ser um potencial tratamento para obesidade e redução do peso sem as restrições de outros procedimentos atualmente disponíveis.

O experimento com a molécula, batizada de GEP44, foi feito em ratos obesos em laboratório e ainda precisa ser realizado e aprovado em humanos. Os resultados da pesquisa foram apresentados no encontro da Sociedade de Química Americana (ACS, na sigla em inglês) nesta quarta-feira (29).

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Novo Nordisk se torna 2ª maior empresa da Europa

O Wegovy, primeiro medicamento injetável semanal indicado para perda de peso, alçou a Novo Nordisk ao posto de segunda maior empresa da Europa, segundo reportagem do O Globo. Juntamente com o Ozempic, indicado para tratamento do diabetes tipo 2, o Wegovy responde por 43% da receita da companhia, cujas vendas mais do que dobraram desde 2022.

Nesta quinta-feira, dia 23, o valor de mercado da Novo Norsdisk chegou ao recorde de 2,3 trilhões de coroas dinamarquesas (o equivalente a US$ 336 bilhões) e ela se tornou a segunda empresa mais valiosa da Europa, superando a Nestlé, que caiu assim para a terceira posição.

A farmacêutica dinamarquesa ainda está um pouco atrás do grupo francês LVMH, a maior empresa da Europa em valor de mercado (US$ 448 bilhões).

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Ultrafarma ganha concorrente de peso. O próprio dono

Depois de anunciar sua entrada no clube das farmácias bilionárias e acelerar a expansão de lojas por meio do modelo de franquias, a rede pisou no freio e parece estar ganhando um concorrente bem familiar – o próprio dono. É o que indicam fontes ouvidas com exclusividade pelo Panorama Farmacêutico.

Reconhecido pelo mercado por seus rompantes na tomada de decisões, o empresário Sidney Oliveira estaria tirando recursos da Ultrafarma Popular – rede que iniciou operações há apenas quatro anos – para priorizar a abertura de PDVs da Farmácia Sidney Oliveira.

Com mais de 500 SKUs de suplementos e vitaminas, a linha de marcas próprias se tornaria uma bandeira. Inclusive, a companhia agendou para a manhã desta terça-feira (dia 28) uma apresentação desse plano, em evento voltado a proprietários de farmácias.

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Eurofarma tem lucro líquido de R$ 260,0 milhões no 4º trimestre, queda de 18,5% em base anual

A Eurofarma Laboratórios registrou lucro líquido de R$ 260,0 milhões no quarto trimestre de 2022, em queda de 18,5% sobre o lucro líquido de R$ 319,2 milhões do quarto trimestre de 2021.

De acordo com as demonstrações de resultados divulgadas na noite desta segunda-feira (27), a receita líquida no quarto trimestre de 2022 foi de R$ 2,13 bilhões, em alta de 8,2% sobre a receita de R$ 1,97 bilhões de um ano antes.

O Ebitda (Resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa no quarto trimestre de 2022 ficou em R$ 437,6 milhões, em queda de 8,5% sobre o resultado de R$ 478,0 milhões no mesmo período do ano anterior.

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Remédios devem ter aumento de 5,6% neste ano

Os remédios devem subir 5,6% a partir de abril, segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos). O reajuste é feito uma vez por ano e será definido pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) nesta sexta-feira (31).

O aumento entra em vigor após a publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que deve ocorrer em 3 de abril. Porém, ele não será necessariamente imediato, pois depende de cada farmácia e indústria farmacêutica.
De acordo com o Sindusfarma, a expectativa é que o reajuste não tenha níveis diferentes. “Como o fator de produtividade foi zero, o aumento deve ser linear neste ano. Porém não quer dizer que todo medicamento subirá 5,6%. Se há um remédio com muita concorrência de genéricos, a indústria costuma subir o mínimo possível”, explica Mussolini.

Até 2021, havia três níveis de aumento dependendo do número de concorrentes: quanto mais opções, maior era o limite. Na prática, a medida deve prejudicar o consumidor, uma vez que os diferentes níveis eram uma forma de segurar a alta de preços de certos tipos de remédios.

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Farmacêuticas pedem garantia de recursos ao Inpi em agenda da CNI

Farmacêuticas nacionais reunidas no Grupo FarmaBrasil incluíram três prioridades do setor na Agenda Legislativa da Indústria de 2023, costurada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Garantia de recursos para o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), ampliação dos incentivos para pesquisa e desenvolvimento e regulamentação de pesquisas clínicas com seres humanos aparecem no documento divulgado nesta terça-feira.
Empresas também pedem ampliação dos incentivos para pesquisa e desenvolvimento e regulamentação de pesquisas clínicas com seres humanos

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Biomm alcançou 14,5% de market share

A biofarmacêutica brasileira Biomm, pioneira em medicamentos biotecnológicos no País, encerrou 2022 com aumento da participação de mercado com comercialização de biossimilares para terapias oncológica, de diabetes e antitrombótica.

O Herzuma, medicamento para tratamento do câncer de mama, alcançou 14,5% de market share no mercado privado em 2022, tornando-se o segundo biossimilar de maior penetração e ultrapassando o biológico originador em participação de mercado.

Já na franquia da diabetes, o Glargilin aumentou o market share para 12,2% no mesmo ano. No segmento antitrombótico, a participação de mercado total do Ghemaxan saltou para 5,1%.

“Diante de um cenário de envelhecimento populacional, seguimos buscando a consolidação do nosso portfólio com terapias que contribuam para a promoção da saúde e da longevidade, baseadas em biomedicamentos inovadores, seguros e eficazes”, afirma o CEO da Biomm, Heraldo Marchezini.

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