Nvidia leva Wall Street a novos recordes
Balanço forte da Nvidia sugere “um ponto de inflexão no boom global da inteligência artificial”
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Veja maisLaboratório investiu R$ 250 milhões em inovação em 2023 e pretende ampliar a quantia para R$ 350 milhões neste ano.
Uma investigação no bioma amazônico, que começou ainda em 2021, levou o Aché Laboratórios a aprovar no ano passado dois projetos para o desenvolvimento de novos medicamentos: um para o tratamento de psoríase e o outro, para doenças metabólicas. Ambos foram selecionados a partir de parcerias com universidades e startups, e fazem parte do programa Bioprospera, iniciativa que é um dos braços de inovação aberta da companhia, atualmente com nove projetos no pipeline. Ainda em fase inicial de pesquisa, os potenciais novos remédios refletem o esforço da farmacêutica para apostar em oportunidades que a biodiversidade brasileira pode trazer, relata Édson Bernes, diretor de Inovação da empresa.
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Veja maisDepois de 221 startups inscritas e 15 selecionadas para o Pitch Day, duas foram as escolhidas para a fase de pilotos do Linna, programa de inovação criado pela farmacêutica brasileira Libbs. Nos últimos meses, as startups Diwe e Nanobiocell estiveram imersas no dia a dia da Libbs, desenvolvendo e implementando soluções com o apoio do time interno da farmacêutica.
Após definir em conjunto o escopo de cada piloto, as duas empresas estão tendo a oportunidade de testar e co-executar suas soluções e tecnologias em colaboração com a Libbs.
A Diwe propôs uma solução que utiliza inteligência artificial para abordar o desafio de gestão de estoque dos produtos da Libbs nas farmácias. Já a Nanobiocell apresentou uma proposta de solução que tem o objetivo de aprimorar a adesão ao tratamento e o conforto dos pacientes, fazendo uso de uma tecnologia que simplifica a administração dos fármacos.
A Nanobiocell, por sua vez, desenvolveu em parceria com a equipe de Desenvolvimento Galênico da Libbs uma série de experimentos para investigar a eficácia e a aplicabilidade de novos modelos de administração dos medicamentos. Segundo a empresa, o foco é enriquecer a experiência de uso, trazendo soluções não apenas eficazes, mas também mais convenientes aos pacientes.
Segundo Katiusca Miranda, engenheira química que fundou a Nanobiocell ao lado da colega Janaina Howarth, a vontade de desenvolver novos formatos de medicamentos veio de dentro de casa. “A gente tinha uma dor com nossos filhos que sempre tiveram dificuldade em tomar medicamento. A Jana passava pelo mesmo perrengue. Quando começamos a trabalhar com nanotecnologia, começamos a fazer alguns testes em filmes bem finos, primeiro com dipirona e deu certo. A gente precisava adaptar a solução para uma escala grande, e isso foi um desafio”, explica.
Veja maisA fábrica de R$ 800 milhões que a BIOMM construiu em Nova Lima, ao lado de Belo Horizonte — e que estava pronta desde 2020 — finalmente vai começar a operar.
Em meados do ano passado, a companhia conseguiu da Anvisa as certificações que faltavam. Agora, acaba de concluir um follow-on que vai lhe dar o capital de giro necessário para começar a produção de insulina glargina, que o diabético pode tomar uma vez por dia, sem horário fixo, e que tem uma duração maior que a insulina humana.
A ideia é que, já neste ano, a fábrica de Nova Lima produza mais de 10 milhões de frascos e carpules (seringas) do biomedicamento, feito por meio da técnica de DNA recombinante. Mas a capacidade da fábrica é muito maior, de 40 milhões de frascos e carpules — o suficiente para cobrir mais de 80% da demanda nacional.
Veja maisA Biomm BBIOM3 comunicou que o BTG Pactual informou, na última segunda-feira (19), uma redução de participação acionária relevante na companhia pelos fundos de investimento sob sua gestão, passando a deter 8,76% do total das ações ordinárias de emissão da Biomm.
A gestora disse ainda que as participações societárias não têm objetivo de alterar a composição de controle ou estrutura administrativa da Biomm.
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