Ozempic está mudando o tratamento de diabetes

Mas, nos últimos anos, Ozempic e um medicamento similar, Mounjaro — ambos injeções semanais que podem reduzir o açúcar no sangue, em parte imitando um hormônio que estimula a produção de insulina — ofereceram aos pacientes uma nova opção atraente para tentar gerenciar seu diabetes tipo 2 sem depender tanto da insulina.

E os fabricantes de medicamentos estão examinando outras maneiras de como esses medicamentos podem funcionar junto com a insulina: a Novo Nordisk, empresa que fabrica o Ozempic, está estudando um novo medicamento chamado IcoSema, uma injeção semanal que combina insulina icodec (uma versão de ação ultra longa da insulina) e semaglutida, o composto em Ozempic.

Embora ainda não tenha publicado os resultados completos, a Novo Nordisk disse que dados preliminares promissores de dois ensaios sugerem que o IcoSema pode levar a um melhor controle da glicose do que a insulina ou semaglutida sozinhas. Ensaios anteriores sugeriram que pessoas que tomam semaglutida ou tirzepatida, a substância em Mounjaro, junto com insulina tiveram melhor controle do açúcar no sangue e perderam mais peso do que aquelas que tomavam apenas insulina.

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Ozempic: ladrões fazem farmácias reduzirem estoque em SP

A ação de quadrilhas que miram medicamentos de alto custo, como o Ozempic, fármaco procurado por quem busca emagrecer, tem feito grandes redes de drogarias repensarem a logística e reduzirem o estoque desses remédios em suas unidades em São Paulo.

A informação foi confirmada por funcionários e por policiais. Investigadores também confirmaram uma alta de roubos do tipo em relação a outros anos.

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O que é leptospirose e quais são os sintomas

A leptospirose pode ser tratada com antibióticos de amplo espectro, como doxicilina ou amoxicilina. Para a fase tardia, a penicilina e outros antibióticos derivados dela.

Ainda segundo a SBI, a recomendação geral é que antimicrobianos não sejam usados para prevenção como conduta de rotina. A associação se baseia em estudo que mostra que “não há diferença de mortalidade, infecção ou soroconversão com os esquemas de profilaxia utilizados, o que faz com que a prescrição do antimicrobiano não seja adequado como ampla medida de saúde pública”.

No entanto, algumas revisões e publicações, incluindo um guia de tratamento publicado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), em 2003, apontam que a profilaxia com antimicrobianos pode ser feita em situações de alto risco, sob a justificativa de que, apesar de os estudos terem baixo número de participantes, falhas de randomização, serem heterogêneos e essa intervenção aplicada em momentos diferentes da história clínica, há uma tendência de benefício no uso dessas medicações.

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Alzheimer e Parkinson: faltam remédios no SUS

À Folha, o Ministério da Saúde afirmou que a aquisição do Prolopa é descentralizada, sendo responsabilidade do gestor local a programação, a aquisição e a dispensação. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirmou que dispõe do medicamento Prolopa BD (Levodopa 100 mg + Benserazida 25 mg comprimido) nas farmácias da rede municipal da capital.

Há irregularidade, ainda, na distribuição da Rivastigmina, princípio ativo do Exelon, medicamento conhecido usado tanto para tratamento de Alzheimer quanto de Parkinson.

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Entenda a relação entre diabetes, doença cardíaca e rins

Adultos com diabetes têm o dobro de chances de sofrer de doenças cardíacas ou ter um derrame em comparação com aqueles que não têm diabetes. Pessoas com diabetes —tipos 1 e 2 — também correm risco de desenvolver doenças renais. E quando os rins falham, o coração precisa trabalhar ainda mais para bombear sangue para eles, o que pode levar a doenças cardíacas.Doenças cardíacas, diabetes e doenças renais estão entre as doenças crônicas mais comuns nos Estados Unidos — e todas estão intimamente conectadas – Audra Melton/NYT

As três doenças se sobrepõem tanto que, no ano passado, a Associação Americana do Coração cunhou o termo síndrome “cardio renal metabólica” para descrever pacientes que têm duas ou mais dessas doenças, ou estão em risco de desenvolvê-las. Um novo estudo sugere que quase 90% dos adultos americanos já apresentam alguns sinais iniciais dessas condições conectadas.

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