A concentração de mercado também caracteriza as vendas online nas farmácias. Apenas dez indústrias dominam praticamente 30% do volume de negócios nas plataformas de e-commerce do varejo farmacêutico. É o que apontam indicadores da IQVIA referentes aos últimos 12 meses até março deste ano.
As vendas online nas farmácias movimentaram R$ 14 bilhões no período, o que representa 7% do faturamento total do setor. Deste montante, R$ 4,19 bilhões foram gerados pelas empresas presentes no top 10. O estudo considera tanto os medicamentos como produtos de higiene pessoal, beleza e conveniência.
As duas primeiras colocadas nesse ranking têm nos medicamentos Rx as âncoras para se movimentarem no varejo digital. Tanto na líder EMS como na Eurofarma, essa categoria representa 86% das transações. A diferença entre elas está nos outros produtos.
Os medicamentos de prescrição (Rx) são os carros-chefes das vendas online nas farmácias. As exceções ficam por conta da Mantecorp Farmasa e das três companhias totalmente focadas em bens de consumo – P&G, Nestlé e Kimberly Clark.
A participação do Rx no faturamento chega a 76,9% no Aché, 88,9% na Libbs, 96,5% na Takeda e 99,5% na Novo Nordisk. O panorama é bem diferente da média geral do mercado farmacêutico, no qual a higiene, beleza e conveniência respondem por 46% dos negócios.
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