Demanda por bonds da Petrobras ultrapassa US$ 3 bilhões, dizem fontes
A companhia deve captar cerca de US$ 1 bilhão com a oferta de títulos que vencem em 2035
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Veja maisRecorde de reclamações dos consumidores, denúncias de pessoas vulneráveis alvos de corte ou cancelamento unilateral de contratos, judicialização, uma CPI passeando pelo Congresso, dívidas bilionárias com hospitais e o SUS. Ao mesmo tempo, fusões e um lucro líquido de R$ 3,3 bilhões no 1º trimestre de 2024. Mesmo com tantos problemas, a saúde privada no Brasil parece intocável.
Para o pesquisador Eduardo Magalhães Rodrigues, pós-doutor em economia política pela PUC-SP, o poder econômico se expressa como poder político. E a saúde privada exemplifica o cenário de concentração de riquezas no país. As 200 maiores empresas do Brasil controlam 63.5% do PIB (dados de 2019). Entre elas, dezesseis atuam na saúde – e sete delas formam um oligopólio, que Rodrigues chama de “as sete irmãs”: Rede D´Or, DASA, Eurofarma, Notre Dame, Amil, Aché e Hapvida.
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A empresa solicitou a regularização para a atividade de fabricação de produtos para diagnósticos com sangue e hemoderivados, farmoquímicos (matéria-prima e princípios ativos), vacinas, produtos biológicos e/ou aqueles provenientes de organismos geneticamente modificados.
“Com relação à infraestrutura do empreendimento, a área do total terreno corresponde a 40,644 hectares (ha), dos quais 15,228 ha correspondem às porções industriais licenciadas e 1,146 ha corresponderão as porções a serem construídas”, conforme informações do documento.
Veja maisA primogênita, com 26 anos, destaca-se no time de comunicação on-line da indústria farmacêutica Cimed, dos empresários João Adibe Marques e Karla Marques Felmanas. A empresa é uma das principais anunciantes do ‘Domingão’ de Luciano Huck na Globo.
“Trabalho como Redatora no Grupo Cimed. Já passei pela área de redes sociais do Itaú, banco BV, LG Electronics, e no marketing de uma das assessorias de investimentos do BTG Pactual”, explica Giovanna em seu perfil no LinkedIn.
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