Goldman recomenda vender ações europeias que dependem da China
Os investidores devem vender ações europeias que derivam a maior parte de suas receitas da China devido ao consumo lento e ao aumento das tensões comerciais, disseram estrategistas do Goldman Sachs.
A equipe, liderada por Lilia Peytavin, recomenda, em vez disso, comprar empresas com alta exposição aos EUA, como a farmacêutica Novo Nordisk e a petrolífera BP.
Os estrategistas alertam para um apetite fraco por gastos na China, a intenção do país de tributar bens de luxo e a probabilidade de retaliação contra o aumento tarifário da União Europeia (UE) sobre as importações de veículos elétricos.
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