Goldman recomenda vender ações europeias que dependem da China

Os investidores devem vender ações europeias que derivam a maior parte de suas receitas da China devido ao consumo lento e ao aumento das tensões comerciais, disseram estrategistas do Goldman Sachs.

A equipe, liderada por Lilia Peytavin, recomenda, em vez disso, comprar empresas com alta exposição aos EUA, como a farmacêutica Novo Nordisk e a petrolífera BP.

Os estrategistas alertam para um apetite fraco por gastos na China, a intenção do país de tributar bens de luxo e a probabilidade de retaliação contra o aumento tarifário da União Europeia (UE) sobre as importações de veículos elétricos.

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Bolsa tem o menor número de empresas listadas em três anos

O Brasil registra, atualmente, a maior seca em ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) em ao menos 20 anos. A última estreia na bolsa brasileira foi da empresa de medicamentos Viveo, em agosto de 2021, ou seja, há praticamente três anos.

Segundo dados operacionais divulgados hoje pela B3, em junho a Bolsa tinha 439 empresas listadas, uma queda de 0,7% no mês e de 1,1% em um ano. É o menor nível desde junho de 2021, quando também eram 439 companhias negociadas. O recorde foi registrado em dezembro daquele ano, quando a B3 tinha 463 empresas. Em relação a esse pico, o mercado acionário perdeu 24 empresas.v

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Exportação para os EUA bate recorde no 1º semestre

Em contrapartida, as importações brasileiras com origem nos Estados Unidos alcançaram o valor de US$ 19,4 bilhões, representando uma pequena retração se comparada ao mesmo período do ano passado.

Mesmo com importação ligeiramente menor, houve alta em oito dos dez produtos mais importados pelo Brasil com origem nos Estados Unidos.

O Destaque do período ficou com aeronaves (62,4%), polímeros de etileno (50,8%), petróleo bruto (48,9%), medicamentos (32,9%), gás natural (+545,9%) e motores e máquinas não elétricos (20,2%).

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