Em documentos enviados à CVM e ao conselho da Hypera agora há pouco, a EMS disse que respeita a decisão dos conselheiros mas continua convicta “dos méritos significativos” de uma fusão.
A EMS disse que discorda do argumento de que suas práticas de governança corporativa sejam diferentes da Hypera, justificando que a empresa é auditada por uma das Big Four “há mais de 15 anos, e segue práticas rigorosas de governança.”
Segundo a EMS, a intenção era listar a companhia combinada no Novo Mercado, além de assegurar a manutenção de conselheiros independentes e criar comitês conjuntos para garantir transparência.
Sobre a falta de alinhamento de portfólio, a EMS argumentou que seus mais de 2.500 SKUs ofereceriam “um potencial único de expansão nos mercados de atuação da Hypera,” complementando “significativamente” o portfólio da empresa combinada.
Sobre o valor, a EMS disse que a proposta considera o mesmo múltiplo EV/EBITDA para as duas companhias, que levou em conta resultados históricos da Hypera e que a avaliação incorpora “uma análise robusta dos ganhos operacionais que a combinação pode proporcionar.”
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