O setor farmacêutico brasileiro reúne empresas com perfis bastante distintos, mesmo atuando sob o mesmo arcabouço regulatório. Blau) e Hypera são exemplos claros desse contraste: enquanto uma aposta em medicamentos de maior complexidade e foco hospitalar, a outra construiu um modelo baseado em escala, marcas consolidadas e ampla distribuição no varejo. Entender essas diferenças é essencial para avaliar riscos, previsibilidade de resultados e a sensibilidade de cada companhia ao cenário macroeconômico.
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