Por que a Amazônia ainda não virou fonte de medicamentos

Banco Mundial calcula que a floresta amazônica em pé teria um valor de US$ 317 bilhões por ano. No entanto, em 2024, o Pará — que exportou US$ 23 bilhões — eliminou 6,7 milhões de árvores da floresta e obteve apenas US$ 500 milhões com a exploração de madeira, evidenciando um uso econômico ainda limitado e pouco eficiente da biodiversidade amazônica.

Cientistas brasileiros já identificaram, na Amazônia, plantas capazes de produzir fibras, madeiras, celulose, corantes, óleos essenciais, óleos vegetais, alimentos e substâncias medicinais. Esse potencial permitiria o desenvolvimento de produtos alimentícios, cosméticos e farmacêuticos em larga escala.

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