Hypera está sendo disputada pela Eurofarma e Grupo NC

A Hypera é assessorada pelo Bank of America e o empresário João Alves de Queiroz Filho, conhecido como Júnior, e dono da empresa, contratou a BR Partners (BRBI11). A Eurofarma tem a assessoria do BTG Pactual (BPAC11), enquanto o grupo NC está com Itaú BBA e Safra.

Detalhes sobre governança também estão sendo debatidos internamente. A intenção de Júnior era ter um assento no conselho de administração e um acordo de acionistas, o que incluiria os mexicanos, mas Sanchez resiste. O dono da Hypera não parece que vai desistir facilmente também, mas as fontes ouvidas pelo Valor garantem que isso pode ser pacificado.

Por outro lado, a Eurofarma não está tão interessada em ser uma empresa aberta agora, o que traz mais resistência ao modelo de incorporação. Porém, as conversas continuam. Na discussão com a companhia, Júnior e os mexicanos também ficariam na empresa resultante.

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Hypera (HYPE3): Credit Suisse recomenda compra e eleva preço-alvo; mas aponta riscos

O banco suíço listou possíveis riscos ao cenário da Hypera, sendo eles:

Crescimento mais lento do não-varejo ou receitas menores;
Redução mais rápida do estoque de distribuição, afetando negativamente o crescimento;
Deterioração adicional do comércio exterior ou agravamento da escassez de matéria-prima do setor;
Redução de benefícios fiscais à empresa no longo prazo.

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Decisão da CVM aquece emissões de CRI

Com a mudança, qualquer companhia que seja locadora poderá emitir os papéis, que são lastreados em debêntures da própria empresa. A primeira operação feita nesses moldes foi da Rede D’Or, que levantou R$ 1,14 bilhão no fim de maio. Outras duas – da educacional Cogna e da farmacêutica Hypera – devem ser concluídas em breve, conforme documentos enviados à CVM. Supermercadistas, varejistas de moda e redes de farmácia estariam na lista de interessados, segundo bancos e securitizadoras consultados pelo Valor.

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Falta de insumos desvaloriza ações da Blau em 51%

Embora os analistas sinalizem uma previsão de alta de 77% nos próximos 12 meses, as atuais perspectivas para a Blau teriam sido o estopim para uma dança das cadeiras na companhia. Rogério Ferreira, que ocupava o cargo de diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores, apresentou sua renúncia e permanecerá na função até 14 de agosto, dando lugar a Douglas Rodrigues – que hoje atua como CFO da farmacêutica na América Latina.

O mercado acredita que a tendência dos três primeiros meses do ano se repitam no balanço do segundo tri. Na oportunidade, a falta de insumos em função da dependência internacional de matéria-prima derrubou em 29% o lucro líquido da Blau. A receita de R$ 313 milhões no período também registrou uma queda de 4%.

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Falta de medicamentos chega às comunidades indígenas

Segundo a associação, nos últimos nove meses os postos de saúde situados na terra indígena estão com estoques zerados do Albendazol – medicamento utilizado no tratamento da verminose.

Com a falta de medicamentos como o Albenzadol, os líderes da comunidade relatam que as crianças indígenas chegam a expelir vermes pela boca por não terem acesso ao tratamento com regularidade. Para piorar o cenário, apenas 10% das comunidades que residem na região têm acesso à água potável por meio de poços artesianos e demais sistemas.

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Ministério da Saúde exclui farmacêuticos da prescrição de PrEP e PEP

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) recebeu ofício do Ministério da Saúde que confirma a suspensão da autorização para os farmacêuticos prescreverem a Profilaxia Pré e Pós-Exposição ao HIV /Aids (PrEP e PEP) a pacientes de serviços públicos especializados do SUS.

A medida mostra um retrocesso na adesão dos brasileiros a métodos preventivos contra o HIV, na medida em que a pasta voltou atrás quatro meses após a autorização concedida pelo Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI).

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Distribuidoras lideram compra de medicamentos de especialidades

Nos últimos 12 meses até abril deste ano, o setor foi responsável pela aquisição de 351 milhões de unidades de medicamentos de especialidades, o que equivale a 55,9% de toda demanda negociada pela indústria com o chamado mercado institucional – que inclui também as vendas diretas para a rede pública, hospitais, clínicas privadas, planos de saúde e associações de pacientes. Em valores, esses medicamentos movimentam R$ 31 bilhões na distribuição.

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