Startup viabiliza doação de medicamentos descartados por farmacêuticas

Um projeto pioneiro, que promove a doação de medicamentos que seriam descartados pela indústria farmacêutica, já beneficiou sete instituições filantrópicas em três estados brasileiros. A ideia partiu da startup Prorede3 que buscou uma solução criativa para uma tragédia socioambiental.

O projeto atende aos laboratórios com toneladas de medicamentos apropriados para uso, mas destinados à incineração por estarem com menos de 12 meses do vencimento. O prazo de validade menor do que um ano dificulta a venda para distribuidoras e redes de farmácias. Produtos descontinuados ou com problemas na embalagem também são alvos da Prorede3.

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Ruptura no varejo digital afeta 12% dos pedidos

Dados coletados pela startup Logstore revelam que a ruptura no varejo digital ainda é um dos principais problemas das empresas. Em uma amostra de 225 mil pedidos processados, a ocorrência de falta de mercadoria chegou a 12% na média entre os quatro setores mapeados: farmácias e drogarias, home center, supermercados e joalheria.

Para Helson Santos, CEO da Logstore, na maior parte das vezes, a ruptura gera perdas para o setor. “A depender da opção escolhida pelo cliente, o varejista pode sofrer uma perda considerável de receitas. Mesmo nos casos em que ocorre a substituição do produto, o que representa 5% dos pedidos, há prejuízo ao lojista – seja por causa da experiência do consumidor ou porque o produto escolhido tem preço inferior ao que ele havia comprado”, explica.

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