Covid: Cientistas identificam nova substância antiviral

Pesquisadores brasileiros aguardam parecer da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes clínicos de um novo antiviral contra a Covid-19.
Os primeiros resultados do estudo com a substância, batizada de MB-905, foram divulgados na última semana na revista científica Nature Communications e mostram que a molécula é capaz de inibir a replicação do Sars-CoV-2 em células do fígado e do pulmão, assim como em células de defesa chamadas de monócitos. De acordo com os autores, ela também ajuda a frear o processo inflamatório desencadeado pelo vírus.

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Bayer deixa de lado mercados “não amigáveis ​​à inovação”

A farmacêutica alemã Bayer comunicou que está mudando o foco de seus negócios farmacêuticos para os EUA e para longe da Europa, onde os governos estão cometendo “grandes erros” na forma como gerenciam os orçamentos de saúde. As informações são do Financial Times e do First World Pharma.
As ações da Bayer coincidem com a retirada da AbbVie e da Eli Lilly de um acordo de precificação de medicamentos no Reino Unido, conhecido como Esquema Voluntário para Preços e Acesso a Medicamentos de Marca, devido ao que dizem estar penalizando a recuperação da receita.
O esquema exige que as empresas paguem uma porcentagem das receitas ao governo se a conta geral do NHS para medicamentos aumentar mais de 2% ao ano. Em 2022, a taxa foi fixada em 15%, gerando £ 1,8 bilhão (US$ 2,2 bilhões) em descontos da indústria, enquanto a taxa este ano aumentou para 26,5% e está prevista para custar £ 3,3 bilhões (US$ 4 bilhões).

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União Química reforça gerência de produtos

A União Química anunciou Mariana Furlanetto como nova gerente de produtos sênior para a unidade hospitalar da empresa, após mais de um ano exercendo o mesmo cargo na Zodiac, onde seu foco era a área de oncologia.
Atua desde 2013 no setor farmacêutico, com larga passagem pela EMS como coordenadora de marketing e specialty care, e gerente de produto júnior e pleno destinados ao estudo do câncer.

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Brasil soma 42% do mercado farmacêutico na América Latina

Liderança absoluta. A venda de medicamentos no Brasil representa 42% do faturamento total do mercado farmacêutico na América Latina, considerando a receita em dólares no ano passado. O país está US$ 10 bilhões à frente do México e ampliou a diferença em relação à terceira colocada Colômbia.
O mercado farmacêutico brasileiro movimentou US$ 19,5 bilhões no ano passado, contra US$ 17,5 bi de 2021. O crescimento de 11,3% está em linha com a alta de 12,3% registrada em toda a região. Apesar de alguns impactos negativos da pandemia para carros-chefes do setor, como antibióticos e antigripais, as áreas terapêuticas de cardiometabolismo, diabetes e sistema nervoso central obtiveram um avanço médio de 20% a 30%. No caso dos suplementos vitamínicos, o incremento chegou a 40%.

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As melhores ações de saúde em meio a um cenário difícil (e os papéis para evitar), segundo o Santander

A principal escolha do banco no setor farmacêutico é a Hypera (HYPE3), embora também tenha apostas nos setores oncológico e odontológico em Oncoclínicas (ONCO3) e OdontoPrev (ODPV3).
A preferência do Santander se dá por conta de uma perspectiva negativa para o setor privado de saúde. Para o banco, o ambiente econômico não deve favorecer um forte desempenho do setor, uma vez que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) permanece baixo e a taxa de desemprego pode se deteriorar no Brasil em 2023.
“Esperamos que a Hypera continue lançando seu extenso portfólio de produtos, levando a ganhos de participação de mercado no segmento de varejo. No mercado institucional, prevemos receitas estáveis, devido a uma base comparável difícil em 2022 (vendas de imunoglobulinas)”.
Para o Santander, “a avaliação ainda parece barata em 14x P/L em 2023 contra a média histórica de negociação de 16x”.
O Santander projeta para 2023 uma receita de R$ 8,62 bilhões, com crescimento de 16% na base anual (15% orgânico). Para o banco, a margem EBITDA ajustada deve ficar estável em 35,8% devido ao mix de produtos.
“Com isso, projetamos lucro líquido de R$ 1,94 bilhão. Por fim, esperamos que a Hypera reduza organicamente para 2,2x a dívida líquida sobre o EBITDA ajustado de 2,5x em 2022”.

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