Trabalhadores da Sanofi aprovam campanha salarial

Trabalhadores da Sanofi aprovaram nesta quinta-feira, dia 2, a pauta de reivindicações da campanha salarial e social no setor industrial farmacêutico. A assembleia reuniu lideranças da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar) e do Sindicato dos Químicos de Suzano e região.
Com data-base em 1º de abril, a categoria luta pela reposição das perdas salariais, aumento real, reajuste no piso salarial, participação nos lucros e resultados (PLR), cartão alimentação e acesso gratuito a medicamentos, bem como a manutenção das cláusulas sociais em Convenção Coletiva de Trabalho.

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Índices negativos surpreendem varejo farmacêutico

O ano começou com um sinal de alerta para o grande varejo farmacêutico nacional, que registrou queda no número de clientes atendidos e unidades vendidas em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O faturamento subiu apenas 3,94%, desempenho surpreendente para um setor que avançou 17,43% em 2022.

Os dados são das 29 redes que integram a Abrafarma. Os itens adquiridos pelos clientes somaram 251,3 mil unidades no período, contra 272,8 mil de janeiro do ano passado – um recuo de 7,87%. A queda na venda de medicamentos chegou a 15,16%. Apenas os não medicamentos cresceram, com tímida alta de 3,62%.

Já o total de atendimentos foi de 89,4 mil, redução de 4,15% em relação aos 93,3 mil contabilizados em janeiro de 2022. Esses indicadores refletiram diretamente no faturamento de R$ 6,75 bilhões, enquanto o primeiro mês do ano passado registrou R$ 6,49 bi. Já a receita com medicamentos isentos de prescrição (MIPs) despencou 17,14%. A categoria com melhor performance foi a dos genéricos, com movimento de R$ 787 milhões e evolução de 4,96%.

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