Novo Nordisk suspended from UK industry group after rule violation

Novo Nordisk has been suspended from the Association of the British Pharmaceutical Industry for two years, after the prescription medicines watchdog found that the Danish company violated rules by sponsoring a “disguised” large-scale promotional campaign.

The UK industry group said the drugmaker was in breach of its code of practice and had acted in a way that was “likely to bring discredit on, or reduce confidence in, the pharmaceutical industry”.

The watchdog found the company failed to disclose its sponsorship of weight management training courses for healthcare professionals, which preferentially included positive information on its drug Saxenda.

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Libbs terá de pagar R$ 1,2 milhão a filhos de Boechat

Os filhos de Boechat, Paula e Rafael, moveram um processo judicial contra a Libbs sob o argumento de que o laboratório não garantiu a segurança no deslocamento do jornalista. Detalhe: a empresa responsável pelo helicóptero não tinha autorização da Anac para realizar o transporte de passageiros.

Os advogados Antônio Pitombo e Cláudio Daólio assinaram a ação. “A queda do helicóptero foi causada por uma combinação de fatores: contratação de empresa e aeronave não autorizadas ao transporte de passageiros; falhas de manutenção do helicóptero; erros de avaliação por parte do condutor. Todos esses fatos somados foram causas determinantes da morte de Ricardo Boechat”, afirmaram à Justiça.

A Libbs alegou que não foi a responsável pelo transporte de Boechat e que a organização do evento ficou a cargo da empresa Zum Brasil. O juiz, porém, rejeitou a argumentação e entendeu que a farmacêutica tinha a obrigação de zelar pela escolha da melhor transportadora.

“A empresa é uma gigante da área farmacêutica nacional, e, portanto, tinha totais condições de acompanhar mais de perto o processo de contratação da transportadora”, declarou. A Libbs ainda pode recorrer da decisão.

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Geolab quer ser top 3 no mercado de saúde ocular

Unidade de negócios do Grupo Geolab dedicada à saúde ocular, a Gbio Farmacêutica iniciou as operações na segunda quinzena de janeiro. Atualmente, a linha de saúde ocular responde por 5% dos negócios do grupo e ocupa a 10ª posição no mercado de produtos oftalmológicos. Para 2023, a empresa projeta uma participação de 10% dos negócios do grupo e almeja figurar entre as top 3 do segmento em até três anos.

O pontapé inicial da nova empresa ocorreu após a conclusão, no fim de 2021, do Site 2 da Geolab. A planta localizada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), em Goiás, contou com investimentos em torno de R$ 300 milhões. Com 10 mil m² dedicados a produção de colírios, a Gbio tem uma capacidade mensal de fabricação de 3 milhões de unidades/mês, podendo expandir para 5 milhões/mês.
Com 12 produtos no portfólio de saúde ocular, a Gbio terá outras marcas para lançar até fim do ano e a meta é chegar a 24 até 2028. Na segunda quinzena de janeiro, a farmacêutica também deu início a ações de visitação médica. “A Gbio tem no seu DNA a ciência e a inovação com um novo olhar para oftalmologia. Trabalhamos com um diferencial que une qualidade e principalmente acesso, com produtos que são até 50% mais econômicos em relação a outros medicamentos prescritos atualmente”, afirma Vagner Nogueira, diretor comercial e de marketing da Gbio.

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Farmacêutica coreana pode chegar ao Brasil

A farmacêutica coreana Green Cross, com base em Seul, aventou interesse em iniciar operações no mercado brasileiro. A companhia, inclusive, recebeu nesta segunda-feira (dia 13) uma comitiva liderada pelo governo do Paraná, que realiza uma missão internacional no gigante asiático.

Segundo informações da Agência Estadual de Notícias do Paraná, a Green Cross tem quase 60 anos de atuação e faturamento anual de US$ 1,5 bilhão. É especializada na produção de medicamentos, mas também foca nos mercados de testes, vacinas e insumos. Responde, por exemplo, por 80% do mercado de plasma e por 50% das vacinas contra a gripe fornecidas na Coreia do Sul.
Entre os produtos fabricados pela Green Cross estão testes rápidos para Covid-19, influenza e chikungunya. A companhia também foi a primeira a desenvolver uma vacina contra a febre hemorrágica e o segundo imunizante do mundo contra varicela. Além disso, fabrica medicamentos para doenças raras, como hemofilia.

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