Amgen anuncia demissão de 450 colaboradores

Após uma rodada de demissões no final de janeiro na qual reduziu a força de trabalho em 300 pessoas, a Amgen anuncia a demissão de mais 450 colaboradores nos Estados Unidos. Segundo reportagem do portal Fierce Pharma, os cortes estão relacionados com o cenário econômico atual.

As demissões no final de janeiro também foram atribuídas aos ventos contrários do setor, com a empresa observando na época que as mudanças visavam “entregar valor” aos pacientes, funcionários e acionistas.
Segundo a farmacêutica, os cortes de empregos representam menos de 2% da força de trabalho total da empresa, que conta com mais de 25 mil funcionários. “Fizemos essas escolhas para realinhar nossa base de despesas diante da pressão crescente sobre os preços dos medicamentos e os altos níveis de inflação, para que possamos continuar agregando valor a nossos pacientes, funcionários e acionistas”, afirma a companhia em comunicado.

A Amgen começou o ano voando alto com o tão esperado lançamento do Amjevita, seu biossimilar do Humira, da AbbVie. Mas, recentemente, a farmacêutica se viu envolvida em um processo judicial por não divulgar uma nota fiscal de US$ 10,7 bilhões de seus investidores e, portanto, inflar artificialmente o preço de suas ações de julho de 2020 a abril de 2022.

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Drogaria Araujo investirá R$ 100 milhões em novas lojas

Sexta maior rede do varejo farmacêutico nacional, a Drogaria Araujo destinará R$ 100 milhões para a abertura de 50 novas lojas em 2023. As informações são do Diário do Comércio (MG).

Atualmente, a rede soma mais de 300 unidades em cerca de 50 municípios de Minas Gerais e a expansão deve chegar a 11 cidades. A projeção é gerar mil postos de trabalho. Hoje, a drogaria já emprega 10 mil funcionários e colaboradores.

O crescimento obtido em 2022 ajuda a respaldar os planos ambiciosos. A Araujo alcançou faturamento de R$ 3 bilhões, crescendo 20% em relação a 2021. A previsão para este ano é totalizar R$ 3,6 bilhões de receita.

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Estados Unidos suspendem venda de colírios

As autoridades de saúde dos Estados Unidos adotaram uma dura medida ao suspender a venda de colírios em farmácias.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país, o medicamento pode ter causado a morte de uma pessoa e deixado outras gravemente feridas por causa da contaminação por uma bactéria resistente a remédios.

Oito pacientes perderam a visão e quatro precisaram passar por cirurgia para remoção dos olhos. Ao todo, 68 pessoas em 16 estados norte-americanos tiveram o diagnóstico de uma cepa rara chamada Pseudomnas aeruginosa, que nunca teria sido identificada nos Estados Unidos.
Dez marcas estariam ligadas ao surto bacteriano, incluindo dois colírios importados da Índia, que já haviam sido retirados das prateleiras das farmácias desde janeiro. Neste mesmo mês, o CDC lançou um alerta à população, recomendando a suspensão do uso dos produtos das fabricantes Delsam Pharma e EzriCare.

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Ex-Avon e Johnson & Johnson assume presidência da farmacêutica Aché

O comando da farmacêutica Aché, dona de marcas como Sorine e Biofenac, vai ser assumido por José Vicente Marino, executivo com longa carreira no mercado de consumo, que também já foi presidente da Avon e das operações no Brasil da Johnson & Johnson.

Ele substitui Vânia de Alcantara Machado, que ocupou a posição nos últimos cinco anos e atuou por 15 anos na companhia.

Com trajetória fora da indústria farmacêutica, Marino também presidiu a Flora Higiene e Limpeza, fabricante de produtos como Francis e Neutrox, e passou parte da carreira na Natura, onde também ocupou cargos de direção.

Desde julho de 2021, ele é presidente do conselho de administração da Track&Field.

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Ex-Avon e Johnson assume presidência da farmacêutica Aché

O comando da farmacêutica Aché, dona de marcas como Sorine e Biofenac, vai ser assumido por José Vicente Marino, executivo com longa carreira no mercado de consumo, que também já foi presidente da Avon e das operações no Brasil da Johnson & Johnson.

Ele substitui Vânia de Alcantara Machado, que ocupou a posição nos últimos cinco anos e atuou por 15 anos na companhia.
Com trajetória fora da indústria farmacêutica, Marino também presidiu a Flora Higiene e Limpeza, fabricante de produtos como Francis e Neutrox, e passou parte da carreira na Natura, onde também ocupou cargos de direção.

Desde julho de 2021, ele é presidente do conselho de administração da Track&Field.

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Mudança na presidência do Aché

O Aché Laboratório anuncia a contratação de José Vicente Marino para assumir a presidência da companhia, segundo informou a Folha de S.Paulo. O executivo substitui Vânia de Alcantara Machado, que ocupou a posição nos últimos cinco anos e atuou por 15 anos na farmacêutica.

Marino já foi presidente da Avon e das operações no Brasil da Johnson & Johnson. Também presidiu a Flora Higiene e Limpeza, fabricante de produtos como Francis e Neutrox, e passou parte da carreira na Natura, onde também ocupou cargos de direção.

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Todos os contraceptivos hormonais elevam risco de câncer de mama, aponta estudo

Todos os contraceptivos hormonais resultam em um risco levemente maior para o câncer de mama, incluindo os que contêm apenas progesterona, cada vez mais usados, aponta um estudo publicado nesta terça-feira (21).

Os autores do trabalho enfatizaram que o aumento do risco de câncer de mama deve ser ponderado em relação aos benefícios dos contraceptivos hormonais, incluindo a proteção que oferecem contra outros tipos de câncer feminino.

O aumento do risco de câncer de mama já era bastante conhecido em relação aos anticoncepcionais que combinam progesterona e estrogênio, mas, embora o uso de contraceptivos contendo apenas progesterona venha aumentando há mais de uma década, até agora poucas pesquisas se concentraram em seu efeito específico no risco de câncer de mama.

O novo estudo, publicado na revista PLOS Medicine, observou que o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama é quase o mesmo entre os contraceptivos que contêm estrogênio e progesterona e aqueles que contêm apenas progesterona.

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Governo Bolsonaro descartou 1 milhão de canetas de insulina avaliadas em R$ 15 milhões

Avaliados em quase R$ 15 milhão, os produtos usados para diabetes perderam a validade de setembro de 2020 a junho de 2021. Os lotes eram parte de uma compra de 4 milhões de tubetes, feita em 2018.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, os dados sobre o estoque perdido da Saúde, que deixaram de ser sigilosos, ainda mostram que foram descartados 39 milhões de imunizantes contra a Covid até o fim de fevereiro, avaliados em R$ 2 bilhões.

Na gestão Bolsonaro também foram perdidas terapias de alto custo, remédios para pessoas vivendo com HIV/Aids, entre outros produtos.

Associações médicas e de pacientes chegaram a alertar o ministério, antes do fim da validade, que havia excesso de burocracia para ter acesso ao produto.

Para receber as doses de insulina análoga de ação rápida, o paciente precisava ser atendido por um endocrinologista. Esse médico teria de preencher um extenso relatório.

Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, o médico Levimar Araújo disse que o correto seria liberar a insulina ao paciente por meio de uma receita mais simples.

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Brasileiro dá mais importância ao bem-estar físico e mental

Ao lado do Brasil, onde estão 91% das 427 pessoas que participaram da pesquisa, a China figura como outro país no qual se dá maior importância para a saúde em todas suas dimensões (“health hedonism”, conforme batizado no estudo).

Entre os brasileiros, as segundas e terceiras colocações entre os objetivos mais relevantes no ano estão relacionadas com o bem-estar: limite entre trabalho e vida pessoal e cuidados com a própria mente.

Essas características revelam grandes oportunidades para as marcas, segundo Raquel Messias, chefe de estratégia da Lew’Lara\TBWA. “A indústria da saúde”, exemplifica, “ficará mais voltada ao nosso bem-estar, com medicamentos personalizados”.

Empresas em Cingapura, China, Japão e Alemanha estão incentivando seus consumidores a realizarem testes, com kits caseiros, sobre seus microbiomas da pele e a partir deles fornecerem medicamentos personalizados contra acne, por exemplo.

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Coty vai disputar mercado popular de perfumes

A Coty ampliará seu portfólio de perfumes importados no Brasil a partir de abril, incluindo rótulos como Adidas e Gabriela Sabatini. A fabricante de cosméticos já atua no país no segmento de fragrâncias de luxo, com nomes como Gucci, Burberry e Hugo Boss. A novidade é a estreia no mercado de perfumes mais populares, com preços de R$ 80 a R$ 249, abrindo concorrência com Natura e O Boticário.

A expectativa é de que os produtos estejam disponíveis nas próximas semanas em pelo menos 5 mil pontos de venda, número que pode chegar a 15 mil considerando a atual rede de distribuição da Coty. A companhia é líder no mercado de esmaltes no Brasil com a marca Risqué, além de possuir a segunda maior participação de mercado em hidratantes com as marcas Monange e Paixão.

A Coty não revela o investimento para trazer os novos rótulos ao país, mas afirma que vai aproveitar a estrutura logística que já usa para importar os perfumes de alto padrão. “O processo é o mesmo das fragrâncias de luxo, então conseguimos usar toda a estrutura que já temos para ampliar o portfólio. O investimento foi muito mais em entender o consumidor”, diz o principal executivo da Coty na América Latina no Brasil, Nicolas.
Fischer observa que as perfumarias massivas, ou populares, tem um portfólio pequeno de fragrâncias, atuando muito mais como revendedoras de produtos cosméticos para cabelos e unhas. As drogarias, por outro lado, têm seu mix de receitas cada vez menos dependente dos medicamentos. “Hoje em dia uma das categorias que mais se vendem dentro de farmácias é a de dermocosméticos”, aponta.

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