EUA arriscam estagflação com impasse de dívida, crédito e clima
Jerome Powell avalia que a força persistente do mercado de trabalho americano abre caminho para uma aterrissagem suave da economia
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Veja maisCompanhia da família Ermírio de Moraes vem nos últimos tempos estudando várias oportunidades no setor de saúde e a área farmacêutica era um dos alvos do conglomerado
No ano passado, segundo informou o Valor, o grupo NC, dono da EMS, e a Eurofarma estiveram disputando uma potencial fusão com a Hypera.
A aquisição da Votorantim se deu por meio da contratação de instrumentos derivativos com liquidação financeira referenciada nas ações, conforme o comunicado. A VSA diz que não objetiva alterar a composição de controle acionário atual, que tem Júnior como principal acionista, com mais de 21%.
Veja maisA HYPERA S.A. (“Companhia” ou “Hypera Pharma”) informa que, nos termos do artigo 12 da Instrução CVM 44, de 13 de agosto de 2021, recebeu, em 07 de maio de 2023, notificação da Votorantim S.A. (“Votorantim”), informando que passou a deter 32.398.300 ações ordinárias da Companhia, correspondentes a aproximadamente 5,11% do seu capital social.
Adicionalmente, informamos que, segundo a mesma notificação, atualmente a Votorantim e suas afiliadas não possuem a intenção de adquirir o controle ou alterar a estrutura administrativa da Companhia.
Veja maisA operação de marca própria ganha prioridade na plataforma de expansão do Grupo DPSP, proprietário das Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo. A companhia prevê encerrar 2023 com 790 SKUs e R$ 500 milhões em vendas de produtos da categoria, 65% a mais do que em 2022.
A estratégia para atingir essa meta passa pelo lançamento de 210 itens, a começar por uma linha de desodorantes. O grupo prepara ainda os novos portfólios da Ever Home, de produtos para casa; e Ever Nutri, composta por balas de gengibre, doces sem açúcar e barrinhas de proteína e de cereais.
“O incremento ocorrerá a partir de novas famílias de produtos, mas também por artigos que estão em curva de maturação. Um exemplo é a linha infantil Ever Baby, na qual temos um market share bem maduro”, afirma Andrea Sylos, diretora comercial e de marketing do Grupo DPSP, em entrevista exclusiva ao Panorama Farmacêutico.
Veja maisO Conselhão de Lula iniciou atividades nesta quinta-feira, dia 4, com quatro representantes ligados ao mercado farmacêutico. Ao todo o grupo reúne 246 empresários, executivos, líderes setoriais, intelectuais e formadores de opinião.
O Conselhão de Lula empossou dois dirigentes da indústria farmacêutica. São eles Eduardo Calderari, presidente da Interfarma; e Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma.
“A reativação do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável e importante para que possamos discutir os melhores caminhos para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Desenvolvimento sustentável deve ser política de Estado e não apenas de governo”, ressaltou Mussolini. “Nossa participação tem como motivação demonstrar a importância da indústria farmacêutica nesse desenvolvimento.”
O varejo farmacêutico tem como representante Patriciana Rodrigues, presidente do conselho da Pague Menos. O grupo também abre espaço para discutir inovações como o mercado de canabidiol, por meio da inclusão de Viviane Sedola, CEO e fundadora da plataforma Dr. Cannabis. Destaca-se a representatividade de lideranças femininas do varejo.
Veja maisA Blau Farmacêutica já investiu R$ 31 milhões neste ano em pesquisa e desenvolvimento, com foco em medicamentos de alta complexidade. O aporte é mais que o dobro do valor destinado a essa área em 2022 e equivale a 12% da receita líquida de R$ 258 milhões alcançada no período.
O pipeline da farmacêutica brasileira até 2026 inclui 49 produtos em desenvolvimento, com mercado endereçável total de R$ 7,8 bilhões. No primeiro trimestre, a fabricante submeteu quatro novos medicamentos para aprovação da Anvisa e seis em outros países da América Latina. E com mais dez aprovações no continente, obteve recorde de produtos registrados.
“Nossa expectativa é lançar 13 produtos, sendo dez oncológicos e três de especialidades que somam um mercado endereçável de R$ 926 milhões. Até abril, nós já disponibilizamos sete dos 13 remédios que serão lançados ao longo do ano”, comenta o CEO Marcelo Hahn.
Ainda em abril, a Blau obteve a licença da Anvisa para iniciar a comercialização dos medicamentos fabricados nas duas novas linhas de produção de injetáveis, da planta P210, localizada na matriz, em Cotia (SP). Atualmente, as linhas operam em dois turnos e devem aumentar em cerca de 30% a oferta de medicamentos da unidade de especialidades, podendo ultrapassar essa perspectiva com a criação do terceiro turno.
Veja maisOs genéricos da Sandoz reconquistaram a Novartis? Depois de cogitar o desmembramento da unidade de negócios, a farmacêutica suíça vem reforçando investimentos para transformá-la na maior fabricante mundial dessa classe de medicamentos.
Porém, analistas do mercado acreditam que a Novartis mantém a ideia de se desfazer da divisão de genéricos e transformar a Sandoz em uma empresa autônoma, com prazo até o segundo semestre deste ano. E a ampliação dos aportes daria sustentação para essa estratégia.
Segundo informações do portal Fierce Pharma, a Sandoz obteve o registro exclusivo de seis genéricos da farmacêutica Adalvo, com sede em Malta. Os medicamentos pertencem às áreas de oncologia, antifúngicos/antibióticos e doenças pulmonares, com potencial de mercado total estimado em US$ 3 bilhões.
Em janeiro, a fabricante já havia adquiriu os direitos mundiais do agente antifúngico Mycamine, da Astellas, para o tratamento de candidíase invasiva e candidíase esofágica. A mudança ocorreu semanas antes de o Centro de Controle e Prevenção de Doenças alertar sobre um aumento preocupante de casos dessa infecção.
Veja maisNo ranking dos produtos campeões de demanda, a Sanofi tem dois de seus carros-chefes da divisão de consumer healthcare nas duas primeiras posições. Com R$ 647 milhões em vendas, o analgésico e relaxante muscular Dorflex encabeça a lista. A marca, cujo incremento chegou a 15%, passou a figurar na seleta lista das 50 marcas mais valiosas do país, com base em análise da Kantar e do Meio & Mensagem.
A Novalgina vem na segunda posição, com R$ 411 milhões e 28% de crescimento. Em terceiro lugar, o descongestionante nasal Decongex Plus, do Aché, movimentou R$ 322,2 milhões nas prateleiras. Foi o segundo MIP com maior crescimento entre os top 10 – 105%. É seguido de perto pelo Allegra, antialérgico da Sanofi, com R$ 317,6 milhões.
O sal de fruta Eno aparece na quinta colocação. A marca faz parte do portfólio da Haleon, farmacêutica 100% focada em consumer health e que iniciou operações em julho passado após cisão com a GSK.
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