Farmacêuticas apostam em biossimilares

A Sandoz, unidade de genéricos e biossimilares da Novartis – que em breve será desmembrada como uma empresa independente – tem visto um declínio anual na receita desde 2016. Mas a queda pode terminar em breve, já que ela conta com 24 biossimilares líderes mundiais em seu pipeline, o que adicionará US$ 3 bilhões ao faturamento da companhia nos próximos cinco anos. As informações são da Fierce Pharma.

A Sandoz disse que o declínio das vendas terminará este ano, prevendo um crescimento de vendas líquidas de um dígito, que continuará até 2028. A empresa também disse que o fluxo de caixa dobrará no período em relação aos US$ 800 milhões do ano passado.

A chave para o crescimento será investir em biossimilares de alto valor, uma vez que a empresa tem 24 desses produtos em seu pipeline e é líder do setor”, afirma o CEO da Sandoz, Richard Saynor.

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Cellera e Medley fecham parceria

A Cellera e a Medley, marca pertencente à Sanofi, assinaram um acordo estratégico de parceria para dois produtos que antes faziam parte do portfólio da farmacêutica de origem francesa.

Com isso, a companhia passa a ser responsável pelo marketing, distribuição e comercialização do medicamento Alenthus, indicado para tratamento da depressão e ansiedade, e do Baristar, um suplemento vitamínico.
Parcerias para comercialização, promoção e distribuição de produtos produzidos por outras farmacêuticas fazem parte da estratégia utilizada pela Cellera, fundada em 2017, para ampliar sua participação no mercado brasileiro. A companhia já possui acordos semelhantes com os laboratórios Janssen, Ferring e Eurofarma e é responsável, no Brasil, pelo Culturelle, marca de probióticos mais vendida no mundo e que deve ampliar seu portfólio no mercado brasileiro ainda neste ano.

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Remédio injetável contra HIV ganha aval da Anvisa

O medicamento será comercializado pela farmacêutica britânica GSK e com o nome Apretude, mas ainda não tem previsão para chegar ao mercado. A sua presença na rede pública depende de aprovação por parte da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), vinculada ao Ministério da Saúde.

Em 2021, o Cabotegravir recebeu aval da FDA nos Estados Unidos. Já no ano passado, foi recomendado também pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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