Recolhimento imediato das farmácias: A proibição da ANVISA contra um dos remédios mais vendidos do Brasil

A Anvisa se viu no obrigação de proibir um dos remédios mais vendidos no Brasil, com o seu recolhimento imediato, e você precisa saber qual a situação da empresa nos dias de hoje.

A vigilância sanitária é a grande responsável por fazer toda a averiguação de todos os produtos, desde a sua fabricação, até a sua comercializando, analisando todos os passos, e quando identificam algo de errado, rapidamente emitem um alerta.

De acordo com o portal ‘Além do Fato’, a Anvisa, em abril deste ano de 2023, determinou o recolhimento do remédio Paracetamol – 100 MG/ML, exclusivamente do laboratório EMS S/A, de Hortolândia, interior do estado de São Paulo.

Por tanto, a empresa ficou proibida de comercializar e distribuir o lote 2Y5790, que possui a validade até o mês de julho de 2024, e o principal motivo eram porque estavam sendo comercializados com a bula de outro medicamento.

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Quem são os novos bilionários do país e quais os seus principais negócios

Neste ano, entraram na lista nomes como o do empresário João Adibe Marques e família, à frente da Cimed, um dos maiores laboratórios do país; outra novidade é Daniel de Freitas, co-fundador e presidente da Character.AI, uma startup que desenvolveu um bot que permite conversar com qualquer pessoa, morta ou vida, mas cuja aplicação vai muito além dessa funcionalidade. A empresa com menos de dois anos de vida foi avaliada em US$ 1 bilhão em março, após rodada liderada pela Andreessen Horowitz.

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Maior farmacêutica brasileira isenta débitos e repõe estoques de farmácias nas cidades atingidas por enchentes no Rio Grande do Sul

A Cimed, terceira maior farmacêutica brasileira em volume de vendas, anunciou que vai cancelar todos os títulos a vencer e vencidos referentes aos contratos firmados e repor os estoques de farmácias das cidades gravemente atingidas pelas fortes chuvas no Rio Grande Sul. Muitas dessas farmácias foram inundadas, com perda total de produtos e medicamentos.

O presidente da Cimed, João Adibe Marques, anunciou que a empresa irá repor as mercadorias e quitar os títulos futuros de empresários do ramo farmacêutico do Rio Grande do Sul impactados pelas chuvas intensas dos últimos dias. A região do Vale do Taquari foi a mais castigada, com mais de 30 cidades afetadas em todo o estado.

João Adibe Marques afirmou que o estado do Rio Grande do Sul vive um momento delicado, já que muitas regiões foram atingidas por enchentes. Ele disse que a Cimed sempre esteve ao lado de seus parceiros e clientes e agora não será diferente. Ele pediu que os donos de farmácias afetados pelas chuvas procurem os representantes da Cimed em suas regiões para quitar seus títulos futuros e repor todas as mercadorias perdidas.

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Natura &Co antecipa metas e prazos de compromissos ESG

A Natura &Co América Latina acaba de revisar suas metas de governança em âmbitos social e ambiental, agregadas no relatório “Visão 2030”, inicialmente lançado em 2020. A nova versão do documento, que adotou compromissos mais ousados e antecipou prazos definidos anteriormente, considera movimentos estratégicos como a aquisição da Avon, em 2020, e a venda da marca de luxo Aesop à L’Oréal em junho neste ano.

A holding de cosméticos aponta que as novas metas do “Compromisso com a vida” consideram também “algumas turbulências de negócio” como a pandemia de covid-19. “Os contextos interno e externo mudaram bastante e nós criamos uma ambição socioambiental para o grupo, para que cada uma das marcas contribua um pouco mais para o planeta e a sociedade”, afirmou ao Valor o executivo-chefe da Natura &Co para América Latina, João Paulo Ferreira.

O executivo afirma que a busca por resultados financeiros e sociais ocorre simultaneamente e que há uma relação entre os dois âmbitos de atuação. De acordo com a companhia, o impacto socioambiental pode ser mensurado: a cada US$ 1 investido em metas do tipo deve alcançar um retorno de US$ 4 até 2030. Hoje, o retorno está em cerca de US$ 2,70.

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