Serviços ligados à bioeconomia começam a ganhar destaque

O óleo da macaúba, palmeira nativa das Américas, pode ser utilizado para diversas aplicações nos setores alimentício, fármaco, cosmético e de biocombustível. A árvore também é aliada na recuperação de pastagens, em integração com a pecuária, ajudando no sequestro de carbono. Alavancar a cadeia produtiva da macaúba, criando uma demanda para óleos vegetais com a melhoria das pastagens, é a aposta da startup Inocas, com sede em Patos de Minas (MG).

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Plasma humano e hemoderivados não são mercadoria

A PEC 10/2022, que alguns parlamentares pretendem aprovar, significará um retrocesso paleolítico na civilidade brasileira, abrindo a possibilidade de comercialização de tecidos humanos. Plasma humano e hemoderivados não podem ser tratados como mercadoria. A doação de sangue (assim como a de órgãos, que ficou tão evidente nestes dias) é um gesto humano de solidariedade e empatia.

A política pública de manejo de sangue e hemoderivados brasileira é um exemplo mundial. Em 2004, foi criada a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia) para garantir a autossuficiência do país em relação aos hemoderivados. A empresa tem se mostrado competente e precisa ser fortalecida, em claro alinhamento às políticas de estímulo do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis). Nada indica que seja necessária sua privatização ou a criação indecente de concorrência na área. Os hemoderivados brasileiros são seguros e adequados ao desenvolvimento científico moderno e às necessidades de saúde. Toda a gestão de processamento e distribuição de hemoderivados é feita pelo sistema público.

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Industria farmacêutica brasileira no radar da Arábia Saudita

A indústria farmacêutica brasileira é alvo de estudos da Arábia Saudita. É o que afirmou Abdulrahman Bakir, diplomata e representante do Ministério de Investimentos do país, em entrevista à CNN.

Segundo Bakir, o mercado da saúde brasileiro como um todo é desenvolvido e desperta o interesse da potência árabe. Ele também afirmou que investidores do país estão estudando oportunidades por aqui.

“O Brasil é um dos países mais avançados em produtos farmacêuticos, e a Arábia Saudita desenvolve novas tecnologias e vem desenvolvendo inovações farmacêuticas”, destacou.

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