Brasil pode viver epidemia de dengue tipo 3 em 2024, diz consultor da OMS
Há mais de 15 anos, o sorotipo 3 da dengue não causa epidemias no Brasil, mas a baixa imunidade da população abre margem para o seu retorno como epidemia
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Veja maisO óleo da macaúba, palmeira nativa das Américas, pode ser utilizado para diversas aplicações nos setores alimentício, fármaco, cosmético e de biocombustível. A árvore também é aliada na recuperação de pastagens, em integração com a pecuária, ajudando no sequestro de carbono. Alavancar a cadeia produtiva da macaúba, criando uma demanda para óleos vegetais com a melhoria das pastagens, é a aposta da startup Inocas, com sede em Patos de Minas (MG).
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Veja maisObjetivo da proposta em tramitação no Congresso é que a iniciativa privada possa realizar a coleta do plasma para desenvolver novas tecnologias e produzir medicamentos
Veja maisA PEC 10/2022, que alguns parlamentares pretendem aprovar, significará um retrocesso paleolítico na civilidade brasileira, abrindo a possibilidade de comercialização de tecidos humanos. Plasma humano e hemoderivados não podem ser tratados como mercadoria. A doação de sangue (assim como a de órgãos, que ficou tão evidente nestes dias) é um gesto humano de solidariedade e empatia.
A política pública de manejo de sangue e hemoderivados brasileira é um exemplo mundial. Em 2004, foi criada a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia) para garantir a autossuficiência do país em relação aos hemoderivados. A empresa tem se mostrado competente e precisa ser fortalecida, em claro alinhamento às políticas de estímulo do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis). Nada indica que seja necessária sua privatização ou a criação indecente de concorrência na área. Os hemoderivados brasileiros são seguros e adequados ao desenvolvimento científico moderno e às necessidades de saúde. Toda a gestão de processamento e distribuição de hemoderivados é feita pelo sistema público.
Veja maisA farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta terça-feira (3) que comprará a Point Biopharma Global por US$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 7,08 bilhões).
Com a aquisição, a empresa terá acesso a terapias experimentais de radiação em desenvolvimento para doenças como o câncer de próstata.
Veja maisA indústria farmacêutica brasileira é alvo de estudos da Arábia Saudita. É o que afirmou Abdulrahman Bakir, diplomata e representante do Ministério de Investimentos do país, em entrevista à CNN.
Segundo Bakir, o mercado da saúde brasileiro como um todo é desenvolvido e desperta o interesse da potência árabe. Ele também afirmou que investidores do país estão estudando oportunidades por aqui.
“O Brasil é um dos países mais avançados em produtos farmacêuticos, e a Arábia Saudita desenvolve novas tecnologias e vem desenvolvendo inovações farmacêuticas”, destacou.
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