Atenção a refugiados entra na pauta de diversidade no trabalho
A Prati-Donaduzzi, líder na produção medicamentos genéricos sediada em Toledo (PR), demanda que operadores de máquinas tenham conhecimento do português porque o setor em que atua é muito regulado. Também não pode colocar um bioquímico estrangeiro sem revalidação do diploma em um cargo que exija o curso. “Mas posso aproveitar muito seu conhecimento em um posto técnico”, afirma Diones Wolfart, diretor de RH da empresa, que já contratou 42 migrantes. “Eles são muito comprometidos com o trabalho”. O executivo estima ainda que a rotatividade entre refugiados é igual ou menor que a dos brasileiros.
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