Empresas se preparam para retomar captações externas
Estimativa é que, com melhora de condições lá fora, até oito operações sejam lançadas durante ‘janela’ até início de fevereiro
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Veja maisPara acelerar o lançamento de novos medicamentos, as farmacêuticas indianas estão pressionando o órgão regulador do país para que seja permitida a aprovação paralela de medicamentos em sincronia com os mercados globais. As informações são do Business Standard.
A Organização de Produtores Farmacêuticos da Índia (OPPI), que representa as principais empresas farmacêuticas multinacionais, argumenta que o lançamento de um novo medicamento no país leva até quatro anos a mais do que em mercados como os Estados Unidos e a União Europeia. Isto tem um impacto na introdução de produtos inovadores e significativos no mercado local.
O lobby, que representa gigantes da indústria farmacêutica como Novartis, Roche, AstraZeneca, Sanofi e Merck, atribui o atraso à regulamentações rígidas de ensaios clínicos.
“A OPPI prevê uma abordagem transformadora para os processos de aprovação de medicamentos, defendendo regulamentações que permitam o arquivamento paralelo de pedidos de aprovação de comercialização em sincronia com os principais mercados globais”, afirma a entidade em nota.
Veja maisA Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de medicamentos nos Estados Unidos, abriu uma investigação relacionada ao Ozempic, Wegovy, Mounjaro e Zepbound O objetivo é verificar a relação de três possíveis problemas de saúde ou efeitos colaterais, incluindo perda de cabelo e pensamentos suicidas. Os medicamentos, da Novo Nordisk e da Eli Lilly, são indicados para o tratamento do diabetes e para perda de peso. As informações são da CBS News.
A investigação sobre estas questões foi divulgada nesta terça-feira, dia 2, num relatório trimestral da FDA, que revelou que a agência está analisando relatos de alopecia, uma doença de perda de cabelo; aspiração, uma complicação durante a cirurgia quando as pessoas inalam alimentos ou outros objetos nas vias respiratórias; e ideação suicida em pessoas que usaram os medicamentos.
Veja maisA Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) solicitou a proibição e recolhimento de todos os coletores menstruais POP, da empresa Fleurity, em resolução publicada no DOU (Diário Oficial da União) de quarta-feira (3).
Segundo a agência, o produto estava sendo comercializado sem regularização, ou seja, antes de ser registrado no Ministério da Saúde. Nesta quinta (4), já não era possível comprá-lo na maioria dos pontos de venda.
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Veja maisA gestora Mergus pretende investir R$ 60 milhões em startups até 2025. Desde 2021, a casa fez 18 aportes em empresas iniciantes com alto potencial de crescimento em um total de cerca de R$ 40 milhões.
A gestora levantou recursos por meio de dois fundos de venture capital para apostas em empresas iniciantes e inovadoras em mercados como mobilidade, saúde e bem-estar, relação homem-máquina, experiência virtual, “full life cicle design” e novo mercado financeiro.
O primeiro fundo concentrou-se em startups voltadas para “deeptech” e “hard sciences”, termos em inglês que, segundo a gestora, compreendem inteligência artificial pura e aplicada, biotecnologia, nanotecnologia e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
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