EUA deslizam rumo a um capitalismo no estilo chinês
Decisões empresariais antes tomadas nas salas da diretoria agora cada vez mais dependem da política
Veja maisDecisões empresariais antes tomadas nas salas da diretoria agora cada vez mais dependem da política
Veja mais“Haverá falências de bancos, mas não dos grandes bancos”, afirmou Powell
Veja maisInvestidores apostaram que o Fed conseguiria fazer um “pouso suave” na economia
Veja mais“Não sabemos para onde os juros voltarão quando tudo isso terminar”, afirmou Powell
Veja mais“Essa ainda não é uma visão unificada”, disse Stournaras
Veja maisPelo menos 36 soldados sírios e seis combatentes do Hezbollah foram mortos nos ataques
Veja maisO ataque islâmico de 22 de março em Moscovo matou mais de 140 pessoas e deixou cerca de 180 feridas
Veja maisConsiderando somente o Brasil, a receita cresceu 9% sobre o ano anterior e totalizou R$ 7,3 bilhões. A participação de mercado atingiu 10%.
Mas foi o Exterior o principal impulso para incrementar o faturamento da Eurofarma. As operações em países como Chile, Colômbia, Equador, México e Peru tiveram alta de 39% e movimentaram R$ 1,8 bilhões. O mercado internacional já representa 20% do volume de negócios.
Um dos carros-chefes da atuação internacional do laboratório vem sendo a Genfar, fabricante colombiana cuja aquisição foi concluída no ano passado. Com planta na Colômbia e presença no Equador e Peru, a indústria farmacêutica pertencia à Sanofi e passou a ser o braço de genéricos da Eurofarma em toda a América Latina, com exceção do Brasil.
O faturamento da Eurofarma teve como principais âncoras as unidades de prescrição, em especial de medicamentos oncológicos, genéricos e OTC. As aquisições de marcas e licenças da Sanofi concretizadas no segundo trimestre – além da Genfar, Valda e Medimetriks – agregaram R$ 389 milhões à receita líquida.
Outro estímulo para os resultados foi o lançamento da marca OAZ de cuidados pessoais, incluindo protetor solar, hidratantes e enxaguante bucal.
O ritmo de lançamentos foi intensificado a partir de um aporte de R$ 615 milhões em pesquisa e desenvolvimento. A farmacêutica brasileira fechou 2023 com mais de 350 projetos no pipeline de inovação incremental. O ano teve mais de 200 novos produtos.
Veja maisO CCO da Cimed, Erich Shibata, participou do G4 Day, evento promovido pelo G4 Educação nesta terça-feira (26), em São Paulo. No painel “CMO Talk”, o executivo reconheceu estar em um “negócio muito complexo” e, por isso, a farmacêutica tomou a decisão de usar o CEO, João Adibe, como rosto da marca.
“Trabalhamos em um negócio muito complexo. Eu preciso provar que meu remédio é bom, então tomamos a decisão de colocar alguém [como rosto da marca]que dê a cara a tapa, porque se o remédio for ruim, vão saber a quem reclamar. Decidimos, em um determinado momento, tirar vários influenciadores que tínhamos, e focar no João Adibe. Ele evoluiu muito nos últimos cinco anos e, para mim, é o melhor cara por estar engajado no negócio”, avaliou Shibata ao BP Money.
Conhecida por sua marca e sua cor amarela, a Cimed passou por esse processo de transição há cinco anos, justamente quando Shibata e Adibe passaram a comandar a farmacêutica.
Veja maisA EMS, maior empresa farmacêutica do Brasil, e a casa de apostas Esportes da Sorte, já assinaram contrato e vão patrocinar o “Sabadou com Virginia”
Veja mais