Meta faz maratona de SAP S/4

Meta, integradora de tecnologia gaúcha, fez uma verdadeira maratona de projetos de implementação do sistema de gestão SAP S/4 Hana: foram quatro go lives, em quatro clientes diferentes, ao longo de quatro meses.

O perfil dos clientes é diverso: indo desde a rede de postos de combustíveis gaúcha SIM até a multinacional de fertilizantes OCP, passando pela Tromink, uma fabricante gaúcha de silos, e a A Supera Farma, uma joint venture criada pelos laboratórios nacionais Cristália e Eurofarma.

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Por que o mercado gostou da JV entre Rede D’Or e Atlântica, da Bradesco Seguros

Entre analistas, prevaleceu a percepção de que o acordo vai diminuir o risco do plano de expansão da empresa da família Moll, um dos principais pontos de preocupação entre investidores.

Pelo acerto, a Atlântica se torna sócia de três hospitais que já estavam em construção pela Rede D’Or (um em Macaé, no Rio de Janeiro, e os outros dois no estado de São Paulo, em Guarulhos e Alphaville). A Rede D’Or, que será a operadora das unidades, terá 50,01%, enquanto a Atlântica, 49,99%. O investimento total previsto, de R$ 1,156 bilhão, será arcado proporcionalmente pelos sócios (com reembolso proporcional do que já foi investido pela Rede D’Or) — e as unidades incluídas no negócio serão batizadas de Atlântica D’Or.

O acordo envolve ainda a possibilidade de as duas companhias serem sócias em outros projetos de hospitais no interior de São Paulo que ainda não começaram a ser construídos, em Taubaté e Ribeirão Preto. Os ativos já foram oferecidos à Atlântica, mas o desenvolvimento ainda está em análise.

Desde que fez o seu IPO em 2020, a Rede D’Or tem sido uma das empresas de saúde mais agressivas na expansão, orgânica ou inorgânica. De lá para cá, o número de leitos totais saltou de 8,8 mil para 11,7 mil, e o de hospitais em operação subiu de 52 para 73 (70 próprios e três sob gestão).

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Novo Nordisk to test weight-loss drugs’ effect on alcohol use and liver disease

ovo Nordisk is trialling its weight-loss drugs to explore if they can reduce alcohol intake and treat alcoholic liver disease, as it seeks to expand the uses of the blockbuster treatments.

The Danish pharmaceutical company has started recruitment for a mid-stage trial looking at whether an estimated 240 patients using semaglutide, the active ingredient in Wegovy, and cagrilintide, an ingredient in another Novo Nordisk drug in development for weight loss, can treat liver damage and reduce alcohol use in participants with alcoholic liver disease.

Novo Nordisk is already assessing semaglutide’s effects in liver disease linked to obesity — metabolic dysfunction-associated steatohepatitis — but this is the first study to assess the effectiveness of the new generation of weight-loss treatments on alcoholic liver disease, which kills more than 30,000 Americans a year.

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New medical technologies are here. But when will they reach your GP?

A synthesis of biology, data science and sociology — aided by artificial intelligence — is creating a pipeline of innovative treatments

For Andrew Morris, being appointed president of the UK Academy of Medical Sciences this spring came “at a particularly exciting time for medical research”. In his view, “the breadth of new technologies emerging is just remarkable.”

From genomics to gene editing, stem cells to virology, immunology to neurotechnology, scientific papers are pouring out of the world’s biomedical labs more rapidly than ever. At the same time, insights are emerging from the analysis of multiple sources of health data, from clinical trials to patient records and social and environmental statistics — enhanced with the addition of artificial intelligence.

“The fusion of biology with computational science, social science and medical science means that we have a whole generation of new tools coming down the track,” says Morris, who is professor of medicine at Edinburgh university and director of Health Data Research UK. “If we get this right, it could be one of those inflection points in medicine as important as the discovery of antibiotics.”

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Usuários de Wegovy conseguem manter a perda de peso por quatro anos, mostra estudo

Pacientes que utilizam o tratamento para obesidade Wegovy, da Novo Nordisk, mantiveram uma média de perda de peso de 10% após quatro anos, reforçando achados anteriores do fabricante para que seguradoras e governos cubram o custo do medicamento para a população.

A fabricante dinamarquesa apresentou os novos dados de longo prazo nesta terça-feira (14) no Congresso Europeu sobre Obesidade, em Veneza, Itália, em uma nova análise de um grande estudo cujos resultados substanciais foram publicados no ano passado.

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