Hoje Sanchez tem entre 6% e 8% da Hypera, enquanto Lírio tem entre 1,5% e 3%, disseram as fontes. Pela matemática, se pedirem voto múltiplo na assembleia de abril e não conseguirem arregimentar mais apoio, a posição dos dois somada lhes permitiria eleger apenas um conselheiro.
Mas as conversas para tentar ganhar representação no board já chamaram a atenção do conselho e de acionistas da Hypera – incluindo o próprio fundador João Alves de Queiroz Filho, o Júnior – que pretendem contestar a ambição do concorrente.
“Vai haver muita discussão se o Sanchez pode indicar conselheiros, dado que ele fez uma OPA pela companhia e é o maior concorrente da Hypera,” disse uma fonte próxima ao conselho. “Vai ter guerra.”
Um gestor que tem o papel disse que “Hypera e EMS são competidores diretos em várias categorias” e “competem mais entre elas do que o Aché ou a Eurofarma.”
Veja mais