Custos com saúde dos funcionários vão aumentar, aponta pesquisa

Os custos das empresas com a saúde dos funcionários estão escalando. No último ano, 28% das organizações enfrentaram reajustes superiores a 20% com essa despesa – em 2020, apenas 8% tinham faturas anuais acima do mesmo patamar. Até dezembro, a tendência de alta é ainda mais preocupante: 46% acreditam que o valor das contas com o cuidado das equipes vai subir – índice superior a 2017 (36%) e 2020 (32%).

Entretanto, apesar dos números, mais da metade das companhias não prioriza lideranças com poder de decisão na gestão da saúde: 56% têm como responsável pela área um analista ou coordenador, percentual acima dos 37% verificado em 2020.

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Responsável por cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, com vendas anuais na casa de US$ 27 bilhões (R$ 220 bilhões se considerar apenas o preço do produto na fábrica), a indústria de higiene, beleza e cosméticos passa – no Brasil e no mundo – por mudanças na forma de produção e no pós-uso de seus produtos. A pressão regulatória e dos consumidores, têm feito as marcas apostarem em produtos mais naturais, reduzirem a necessidade de água na produção e lidarem com seu lixo.

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Uso de medicamentos antiobesidade cresce no mundo

Os índices de obesidade mais do que dobraram no mundo nos últimos 30 anos, facilitando assim a criação de um mercado de medicamentos para a perda de peso estimado pelo banco Goldman Sachs em US$ 130 bilhões até 2030. Indústrias do setor de alimentos e bebidas e o de saúde já começam a ser impactados por essa tendência. Em 2024, a empresa de alimentos Nestlé lançou uma linha de produtos voltada para quem usa medicamentos antiobesidade, que é rica em proteínas, ferro e outros nutrientes essenciais. O segmento de academias também enfrenta mudanças

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