Os medicamentos para perda de peso estão acabando com os almoços de negócios?

Em um almoço de negócios recente, um dos convidados —que não muito tempo atrás estaria ocupado escolhendo uma segunda taça de vinho— empurrou a comida pelo prato inquietamente, antes de finalmente admitir a derrota. Entre as refeições corporativas, não mereceu destaque.

Outros trabalhadores da City e restaurateurs, profissionais que gerenciam restaurantes, contaram ao Financial Times sobre experiências semelhantes, com companheiros de jantar e clientes escolhendo apenas um único prato, às vezes apenas uma entrada que serve como prato principal. Alguns relataram festas após o trabalho onde o principal assunto de conversa também é responsável pelas feições recentemente emagrecidas dos financistas da City que fofocam: o rápido aumento na popularidade das injeções supressoras de fome para perda de peso.

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Padilha admite insatisfação com longas filas no SUS e promete ‘maior mobilização para resolver esse problema’

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), aposta as fichas no recém-criado programa Agora Tem Especialistas para acabar com uma das maiores queixas dos brasileiros em relação à saúde pública: a longa fila para fazer consultas, exames e cirurgias no SUS (Sistema Único de Saúde).

Estatísticas oficiais e estudos independentes demonstram que o tempo de espera para realizar esses procedimentos e avaliações especializadas bateu o recorde em 2024.

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Estudo piloto investiga como remédios para emagrecer afetam processamento de álcool

Os resultados mostraram um retardo na elevação do álcool no hálito e nas sensações de embriaguez entre aqueles que usavam os medicamentos GLP-1. Essa diferença foi observada apenas nos momentos iniciais, entre 10, 15 e 20 minutos após o consumo, o que é consistente com o conhecido efeito desses medicamentos no esvaziamento gástrico mais lento.

Esse mecanismo funciona como um controle de velocidade para a comida (e para o álcool) saindo do estômago. O estudo confirmou que é por meio disso que a pessoa se sente saciada por mais tempo, o que também funciona para o álcool, atrasando por alguns minutos o momento em que a pessoa fica embriagada. O levantamento não fornece dados quantitativos específicos (como percentuais ou valores numéricos) dos resultados.

Isso não impede a pessoa de ficar bêbada se continuar bebendo. Apenas faz com que o processo seja mais lento no início. Para contextualizar, os autores mencionam que um estudo anterior com dulaglutida, outro medicamento da mesma classe, havia observado uma redução de 36% no consumo de álcool.

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Aos 22, ele criou um negócio milionário com IA. E a maioria dos funcionários não tem nem 25 anos

‘Dominada’ pela Geração Z, a empresa nasceu numa universidade no Recife e hoje atende gigantes como Sem Parar, Eurofarma e Basf.
A aceleradora trabalha com foco em duas linhas: IA generativa (chatbots como o ChatGPT) e IA preditiva (previsões com dados para otimizar o dia a dia de uma fábrica, por exemplo), mas não oferece nada antes de entender profundamente a situação daquela empresa.

Um exemplo está no trabalho desenvolvido para a Copastur, de viagens corporativas. A partir de um diagnóstico profundo, a Loomi desenvolveu uma plataforma que acompanha o viajante corporativo em todas as etapas da jornada – do planejamento ao pós-viagem – oferecendo recomendações inteligentes e automatizadas com base em dados comportamentais.

A plataforma foi desenvolvida com o Olli, produto enterprise da Loomi voltado à criação de agentes de IA. O Olli atua como um acelerador para o desenvolvimento de projetos complexos, permitindo que empresas construam ecossistemas inteligentes.

Em outro projeto, a Loomi colaborou com a Mondelez no desenvolvimento de uma inteligência artificial preditiva capaz de estimar as vendas do chocolate Bis por canal e por dia, com 90% de acurácia.

“Entendemos que todo o produto tem um usuário, então, quanto mais próximo do humano que vai estar utilizando aquilo, melhor”, diz o CEO.

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China implanta cabines de inteligência artificial para diagnósticos e dispensação de medicamentos

Shoppings centers na China começaram a operar cabines de autoatendimento com inteligência artificial capazes de realizar diagnósticos e entregar medicamentos sem a necessidade de interação humana. O sistema permite que pacientes realizem consultas, recebam orientações médicas na tela e retirem seus remédios diretamente no quiosque automatizado. A tecnologia representa um avanço significativo na automatização de…

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