Ainda subutilizados, dados reduzem tempo de internação

A jornada dos pacientes hospitalizados gera um enorme volume de dados que ainda são pouco aproveitados pelos gestores de saúde. Centros cirúrgicos, por exemplo, usam apenas 38% de sua capacidade, em média, segundo estudo da consultoria Planisa em 112 hospitais privados. Esse quadro começa a mudar com a adoção de novas tecnologias. Ganham os enfermos, que reduzem os riscos e podem voltar para casa mais cedo, e as instituições, que ampliam a eficiência. Entre as inovações está a “process mining”, ou mineração de processos, que controla fluxos hospitalares para revelar gargalos e gerar recomendações de melhoria.

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Telemedicina busca regras pós-pandemia

É esperado, contudo, que a telemedicina pós-pandemia cresça em suas várias possibilidades. Por exemplo, facilitando o contato do paciente com o médico, o acesso a resultados de exames, agilizando retornos e permitindo a troca de informações entre médicos e equipes médicas. Mas ela não substituirá o atendimento em consultório. “A consulta presencial poderá ser reduzida, mas não desaparecerá de forma alguma”, diz Endrigo.

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