Conheça os 10 medicamentos mais vendidos em farmácias

O antidiabético Glifage XR, da Merck, ocupa a primeira colocação com 81,9 milhões de unidades vendidas, um crescimento de 17,36%. O resultado foi estimulado pelo lançamento, no ano passado, de uma nova versão do remédio – que se tornou a primeira combinação de cloridrato de melformina e gliclazida em um comprimido único e de duração prolongada.

Em segundo lugar vem o Neosoro AD, da Neo Química, com 69,6 milhões, alta de 11,05%. Do mesmo laboratório, a Losartana Potássica MG está na terceira posição com 49,7 milhões, volume 3,51% superior ao do período anterior.

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Saúde e Anvisa admitem risco de falta de medicamentos

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), contudo, nega o risco de desabastecimento. Segundo a entidade, que reúne empresas com mais de 95% do mercado nacional de remédios, é preciso modernizar a regulação de preços dos medicamentos — definidos pela CMED — para adequar os custos, que foram influenciados pela pandemia. A pandemia intensificou o cenário “quando os preços internacionais de IFAs e logística explodiram, precipitando o problema atual”.

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PL sobre propriedade industrial reduz acesso a patentes no Brasil

Para a Interfarma, a continuidade do veto é fundamental para a atração de investimentos em inovação e o acesso a novas terapias no Brasil. Juntamente com outras oito entidades do setor de inovação e produtivo, a associação defendeu, em Carta Aberta enviada ao Congresso, que a manutenção do veto era “importante porque a Lei sancionada ainda preserva o alinhamento aos padrões internacionais, mesmo que com mecanismos de estímulo a licenças compulsórias”.

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