País quer frear dependência externa de insumo farmacêutico

No Cristália, localizado em Itapira (SP), 68% da fabricação de IFA dos cerca de 350 medicamentos disponíveis são de produção própria. A empresa tem três farmoquímicas, uma delas oncológica, e duas plantas de biotecnologia que produzemos IFAs biológicos e os medicamentos finais.
A empresa tem planos de expandir a produção, mas não persegue a autossuficiência total. “Nenhum laboratório farmacêutico, em nenhum país do mundo, produz 100% dos insumos que precisa. Isso depende também de vocações específicas e de matérias-primas”, diz o executivo.

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Queda no lucro da Viveo faz empresa priorizar integrações

Esse cenário faz a distribuidora e fabricante de produtos de saúde reduzir o apetite de aquisições e concentrar o foco na integração dos novos negócios. Nos últimos 17 meses, a companhia incorporou 17 empresas, com negociações que totalizaram R$ 1,4 bilhão. Uma das operações foi a aquisição da Profarma Specialty, que envolveu R$ 700 milhões e também contribuiu para a alta do endividamento.

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Grupo alimentício investe R$ 400 mi e ingressa nos segmentos de saúde, farmacêutico, nutracêutico e cosméticos

A JBS, líder global em alimentos à base de proteína, deu início à produção de peptídeos de colágeno e gelatina, marcando sua entrada nos segmentos de saúde, cosméticos e nutracêuticos. A operação assinala o lançamento da Genu-in, nova marca da JBS Novos Negócios, com a construção da nova fábrica 4.0, a mais moderna do setor do Brasil e a única 100% automatizada, após investimentos de R$ 400 milhões, na cidade de Presidente Epitácio, interior de São Paulo.

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Produção industrial de Pernambuco cresceu 1% em junho, diz IBGE

Pernambuco teve o terceiro melhor resultado entre os 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-Regional) de junho, divulgada nesta terça-feira (9) pelo IBGE. Enquanto o Brasil apresentou queda de 0,4% na produção industrial em comparação ao mês anterior, o Estado teve aumento de 1%, índice superado apenas pelo Pará (9,8%) e pela Bahia (2,4%). Em maio, Pernambuco havia registrado queda de 2,3% na indústria. A alta foi puxada pela fabricação de produtos alimentícios. Das 12 atividades industriais pesquisadas, sete apresentaram resultado positivo no Estado em junho.

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