China relata pico de Covid enquanto relaxa restrições

O anúncio está nos jornais estatais: “Os principais epidemiologistas previram que essa onda [de Covid] atingirá o pico em um mês”, diz texto deste fim de semana no Global Times, ligado ao Partido Comunista.
O relaxamento das rígidas medidas de controle da pandemia na China, como confinamentos em larga escala e internação sistemática de pessoas contaminadas, tem forçado autoridades a colocar em prática medidas de contenção do aumento da cifra de casos dado como certo para as próximas semanas.

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Lula quer alardear ‘cenário caótico’ para evitar cobrança por erros de Bolsonaro

Em outra área, como mostrou a Folha, a transição constatou que há problemas de dados na área da saúde.
A equipe de Lula recebeu a informação de conselhos estaduais e municipais de saúde mostrando que o ministério comandado por Marcelo Queiroga avisou, no fim de outubro, que não havia registros de ao menos 30 milhões de dados de doses aplicadas no SUS.
Integrantes da transição dizem que há ainda falta de recursos para produção de medicamentos estratégicos. Foi identificado também uma demanda reprimida de processos a serem analisados no setor da Previdência.

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Aché fortalece treinamento de vendas

Leandro Molina é o novo coordenador de treinamento e desenvolvimento de força de vendas do Aché. Ele foi promovido após quatro anos na farmacêutica, atuando como propagandista médico.
Tem mais de cinco anos de experiência no setor, com passagens pela RD – RaiaDrogasil e pela Hebron, nos cargos de farmacêutico e propagandista médico, respectivamente.

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Anvisa e Butantan avaliam desenvolvimento de vacina trivalente contra covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Butantan se reuniram, nesta sexta-feira, 9, para tratar do desenvolvimento de uma possível vacina trivalente contra a covid-19. Segundo a agência, a ideia é que o imunizante apresente maior efetividade não somente contra a variante original do coronavírus, como também contra a Delta e a Ômicron (BA.1).

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Na Copa do Catar, a “torcida” de João Adibe para levar a Cimed a outro patamar

O investimento da companhia no patrocínio da seleção e todas as 38 ações de ativação no ciclo da Copa do Mundo chegou a R$ 40 milhões. Além disso, em uma campanha de bonificação para estimular vendas nas farmácias, o grupo, que trabalha com uma rede de 80 mil parceiros pelo país, disponibilizou o equivalente a R$ 100 milhões em produtos. A cada vitória da seleção, o farmacêutico ganha em dobro a compra feita de medicamentos e vitaminas.
Mais do que torcer, o envolvimento de Adibe com a Seleção brasileira é a ponta do iceberg de uma gigantesca máquina de marketing que coloca o esporte como uma estratégia para promover a Cimed e levar a marca da fabricante de medicamentos a outro patamar de exposição.

Há dez anos, a Cimed era a 36ª farmacêutica do Brasil. Atualmente, é a terceira maior, atrás da NC Pharma (grupo que tem a EMS, Germed, Legrand, Nova Química e Novamed, do empresário Carlos Sanches) e da líder Hypera, do empresário João Alves de Queiroz Filho, conhecido como Junior.

No ano passado, a Cimed faturou R$ 1,5 bilhão. E tem como expectativa chegar a R$ 3 bilhões em 2023 e alcançar R$ 5 bilhões em 2025. A marca tem 700 produtos divididos em medicamentos, higiene e beleza e vitaminas e conta com 150 lançamentos previstos para os próximos cinco anos. O carro-chefe é o antigripal Cimegripe e em vitaminas a marca de destaque é a Lavitan. “Hoje, 35% do mercado de vitaminas é nosso.”

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