Laboratórios pedem suspensão de portaria que eleva preço de remédio em SP

Entidades do segmento destacam que caso a medida não seja revisada, a venda de vários medicamentos ficará inviável, além de gerar risco de “desabastecimentos pontuais”.
Em ofícios diferentes encaminhados ontem à Subsecretaria da Receita Estadual paulista, o Grupo FarmaBrasil, que reúne grandes nomes do setor como Aché, Biolab, EMS, Eurofarma, Hypera e Libbs, e as entidades PróGenéricos e Alanac alertam para distorções decorrentes da nova lista de Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) de diferentes produtos farmacêuticos, e pedem à pasta que a portaria, que entrará em vigor em 1º de fevereiro, seja suspensa até que as “inconsistências” sejam esclarecidas.

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A multinacional americana do setor farmacêutico garantiu lucro por ação de US$ 2,35 entre outubro e dezembro

A Johnson & Johnson (J&J) teve lucro líquido de US$ 3,52 bilhões no quarto trimestre de 2022, valor 25,7% menor do que o ganho de US$ 4,74 bilhões apurado em igual período do ano anterior, segundo balanço publicado nesta terça-feira. Com ajustes, a multinacional americana do setor farmacêutico garantiu lucro por ação de US$ 2,35 entre outubro e dezembro, superando o consenso de analistas consultados pela FactSet, de US$ 2,23.
Já a receita da J&J teve queda anual de 4,4% no último trimestre, a US$ 23,7 bilhões, ficando ligeiramente abaixo do consenso da FactSet, de US$ 23,9 bilhões.

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Opção sustentável para a indústria farmacêutica

As cápsulas duras também requerem menos excipientes, menos processos e análises no geral, reduzindo o tempo de validação, fabricação e, consequentemente, o seu impacto no meio ambiente. Essas cápsulas também não precisam passar por processos de granulação, secagem, compressão, revestimento e impressão, podendo ser fabricadas por máquinas com menos componentes e mais eficientes em termos de consumo de energia. Além disso, elas também reduzem os prazos de produção, custos operacionais e a produção de resíduos. Em comparação, o volume de sobras de gelatina geradas após a fabricação de cápsulas de gel pode ser muito alto, criando um grande desperdício de matéria-prima.
Além da sustentabilidade, a indústria farmacêutica também deve se atentar para produzir produtos clean labels e veganos para suprir uma demanda crescente no mercado por produtos mais éticos e naturais. As principais soluções para suprir essa demanda na produção de cápsulas são as cápsulas feitas de gelatina e HPMC e as cápsulas por inalação.

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Farmacêutica MedQuímica apresenta sua nova marca

Em 2015 a MedQuímica tornou-se parte do Grupo Lupin, companhia global do segmento farmacêutico, quinta maior empresa de genéricos nos Estados Unidos e oitava no mundo. A Lupin foi fundada na Índia há quase 50 anos com a missão de produzir medicamentos da mais alta prioridade social, como remédios contra tuberculose e antibióticos especiais. A sede da empresa fica em Munbai, estando presente também na Rússia, Japão, Estados Unidos, México e Brasil.

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Citi corta preço-alvo de Hypera para R$ 52 — vale a pena comprar HYPE3 agora?

A redução do preço-alvo das ações da Hypera pelo Citi se deu, basicamente, pela retirada da perpetuidade de créditos tributários dos cálculos e projeções do banco.
Além disso, o Citi também acredita que alguns dos recentes ventos favoráveis possam perder força este ano — embora sejam parcialmente compensados pela crescente contribuição de vendas de novos lançamentos feitos no segundo semestre de 2022 e que devem ser anunciados no primeiro semestre deste ano.
Com o corte do preço-alvo, o Citi diz ainda que a Hypera seria negociada a um múltiplo implícito de 13,8x P/L (preço/lucro) em 2024 — considerado mais consistente com a resiliência de negócios, as perspectivas atraentes de crescimento e a melhoria da percepção de governança.

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Eurofarma firma parceria com farmacêutica sul-coreana para fabricar tegoprazan no Brasil

A farmacêutica brasileira Eurofarma informou, nesta quinta-feira (26), em comunicado, que firmou uma parceria com sul-coreana HK inno.N que permite trazer ao Brasil a tecnologia para produzir medicamento voltado a tratamento de patologias gastroesofágicas. O contrato de licenciamento exclusivo é para fabricação do tegoprazan.
Pelo acordo entre as duas companhias, a HK inno.N transferirá para a Eurofarma os direitos de fabricação, registro e comercialização do medicamento no Brasil. A produção se dará no complexo industrial da empresa situado em Itapevi (região metropolitana da cidade de São Paulo).
“Esta tecnologia tem registrado muito progresso nos últimos anos nos mercados internacionais, considerando contratos para exportação, estudos clínicos, aprovações e lançamentos em mercados globais”, afirma, na nota, Dalwon Kwak, presidente da HK inno.N. “Nosso objetivo é levar a tecnologia para 100 países até 2028, dobrando nosso negócio em âmbito global”, diz.

“A parceria trará benefícios para médicos prescritores e pacientes por se tratar de um medicamento de alta tecnologia e eficácia”, afirma Martha Penna, vice-presidente de Inovação da empresa brasileira na nota. “O anúncio reforça o movimento que a Eurofarma vem empreendendo ao longo dos anos com novas parcerias, busca de inovação e internacionalização”, diz.

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