As femtechs, startups que usam a tecnologia para criar soluções exclusivamente voltadas ao atendimento das demandas femininas, são um termo tão novo quanto as mudanças que estão promovendo. Surgiram em 2018, na Europa, a partir da experiência pessoal de suas criadoras, insatisfeitas com a ausência de serviços específicos para suas necessidades – principalmente na área de saúde, onde inovação e medicamentos são ainda predominantemente desenvolvidos por pesquisadores homens.
Por essa razão, é na área da saúde que se encontra a maior concentração de novas femtechs. A novidade ainda engatinha – cerca de 10% das startups têm mulheres na liderança -, mas as perspectivas são promissoras. Em 2019, as femtechs recebeu aportes de US$ 800 milhões no mundo, valor que deverá subir para US$ 3 bilhões até 2030.
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