Pfizer divulga programa para colaboradores negros

E essa não foi a única iniciativa para reforçar a diversidade. No recente processo seletivo para estagiários promovido pela Pfizer, metade das vagas eram destinadas para profissionais negros e 71% das candidaturas se enquadravam no pré-requisito.

“Queremos que o nosso quadro de colaboradores reflita, cada vez mais, a composição da sociedade em que atuamos”, afirma a executiva.

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Pague Menos entra em índice de diversidade da B3

A Pague Menos fará parte do recém-lançado IDIVERSA B3. O índice, lançado pela Bolsa de Valores no último dia 15, visa a destacar as empresas listada no mercado de ações com iniciativas de promoção da diversidade étnica e de gênero. As informações são do Diário do Nordeste.

Hoje, a varejista cearense tem 11.796 mulheres em seu quadro de colaboradores, composto por aproximadamente 25 mil profissionais. Além disso, mais da metade dos líderes da companhia, no caso 59%, são mulheres.

Outro ponto de destaque na Pague Menos é a diversidade étnica. Em 2021, 66% dos colaboradores eram de origem negra, total que subiu para 74% no ano passado.

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Debate sobre medicamentos especiais é adiado pela ANS

oi exatamente por causa dessa divisão no setor que a discussão sobre os medicamentos especiais foi adiada. O problema para a indústria é que a visão da Advocacia Geral da União (AGU) é similar à da nota técnica.

Para o órgão, as regras para medicamentos comuns não devem se aplicar aos especiais, que só deveriam ser obrigatoriamente cobertos “quando expressamente previstos no Rol de Procedimento e Eventos em Saúde”.

A tendência é que, no futuro, a ANS retome o debate, trazendo para mesa alguns limites, como uma espécie de “teto de gastos” com base na efetividade do medicamento.

O Conitec, que avaliza ou veta a distribuição de remédios pelo SUS, já mantem um limiar semelhante quando o assunto são os medicamentos especiais.

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Quase 50 medicamentos genéricos estão embargados na justiça

De acordo com um levantamento do Grupo Farma Brasil, quase 50 remédios de alto custo vivem disputas judiciais de patente que impedem a produção de genéricos. Dentre as doenças que poderiam ter um tratamento mais democrático, estão o diabetes, o TDAH, o HIV e até mesmo o câncer.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou, em 2021, que as patentes farmacêuticas, que impedem medicamentos genéricos, devem ter uma duração máxima de 20 anos. Só que isso não impediu que o tema seguisse nos tribunais.

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Consumo de medicamentos para saúde mental cresce 36%

A pesquisa e o desenvolvimento de novos remédios para o sistema nervoso central e medicamentos para saúde mental receberão um aporte de R$ 80 milhões da Prati-Donaduzzi.

A farmacêutica irá concretizar esses investimentos até o fim do ano. Na visão da empresa, os fármacos são um apoio importante no conceito de estresse a que muitos estão expostos.

“Os desafios das relações sociais, intensificados pelo estresse e pressões diárias, podem ser amenizados com o suporte medicamentoso apropriado”, comenta a pesquisadora da Prati-Donaduzzi, Emanuelle Webler.

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‘O Império da Dor’, da Netflix, retrata a crise dos opioides em tom pop

A epidemia abarca medicamentos como o Vicodin, o Fentanil e o Percocet, mas a grande escalada começou em 1995, quando a FDA (Food and Drug Administration, órgão que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos) aprovou o uso da OxyContin (ou Oxicodona), produzida pela gigante farmacêutica Purdue Pharma.

A “Oxy”, como é chamada nas ruas, foi promovida como um “analgésico milagroso e totalmente seguro”. Na prática, sua composição é muito parecida com a da heroína, enquanto sua potência chega a ser duas vezes superior à da morfina. A diferença é que o comprimido contém um revestimento de liberação prolongada e gradual, reduzindo, assim, os riscos de dependência e morte por overdose. Supostamente.

O uso contínuo da Oxicodona não apenas provoca dependência grave, como também leva o paciente a adquirir tolerância aos princípios ativos da droga. Logo, ele precisará de doses cada vez maiores para suprir suas necessidades — e aliviar os sintomas de abstinência.

Um grande percentual acaba recorrendo ao mercado negro, mas não que seja difícil de se obter uma receita de Oxicodona nos EUA. Muito pelo contrário: estimulados por um programa de comissões da Purdue, os médicos americanos sem grande apego à ética passaram a receitar o medicamento para qualquer enxaqueca.

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