Governments are waking up to biosecurity risks — but we must act fast

Researchers at MIT recently conducted an experiment. They asked undergraduate students to test whether AI-driven chatbots could be prompted to assist non-experts in causing a pandemic. Within an hour the chatbots had suggested four potential pandemic pathogens, explained how they could be created from synthetic DNA using reverse genetics, and supplied the names of DNA synthesis companies judged unlikely to screen orders.

Developing bioweapons is not that easy, and chatbot instructions currently only go so far, but the experiment shows what can happen when AI technology barrels through scientific knowledge. The troubling fact is that large language models and new biological design tools are dramatically lowering the barriers to engineering the next pandemic. The former Google CEO Eric Schmidt describes AI-designed bioweapons as “a very near-term concern”.

Governments are finally waking up to the scale of emerging biological risks. Last month the UK published its Biological Security Strategy, and committed £1.5bn in annual funding to counter the threat. Meanwhile, the Pentagon is concluding its first Biodefense Posture Review, assessing how prepared the US is to deal with bioweapons and future pandemics. Globally, 194 countries are currently negotiating a pandemic treaty, which will strengthen international resilience to biological events.

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Justiça inocenta farmacêutica por ausência de PCD

Uma indústria farmacêutica com atuação em Anápolis (GO) teve seu auto de infração por não contratar trabalhadores com deficiência anulado. As informações são do Rota Jurídica.

De acordo com o juízo da 3ª Vara do Trabalho da cidade, não houve discriminação ou negligencia por parte do laboratório, que conseguiu provar que não houveram interessados nas vagas exclusivas.

O caso se estende de 2017. Só que a companhia conseguiu provar que ofereceu os processos seletivos, chegou a contratar alguns PCDs, mas teve dificuldade em preencher todas as vagas.

A indústria farmacêutica solicitou que o auto de infração fosse declarado nulo e que suas inscrições na Dívida Ativa da União, assim como no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN) fossem canceladas.

O magistrado citou as divulgações das vagas feitas pela empresa por diferentes meios, além da procura da companhia por órgãos como o SINE, a Associação de Deficientes Auditivos, entre outros, em busca de indicações.

Fora isso, o juiz também destacou que, devido ao grande número de empreendimentos de grande porte em Anápolis, a busca por profissionais que se enquadrem nesses requisitos para a indústria farmacêutica pode ser mais complexa.

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Vult lança 100 produtos de skincare nas farmácias

O mercado de skincare nas farmácias entrou definitivamente na agenda estratégica da Vult para 2023. A marca líder em maquiagem no varejo farmacêutico, adquirida pelo Grupo Boticário em 2018, aposta na ampliação do portfólio e em novas embalagens para despertar atenção nas prateleiras do setor.

A expansão na categoria de skin care tem como foco democratizar o acesso das consumidores a produtos da marca. A estratégia tem quatro produtos como principais alicerces, que o Grupo Boticário denomina como “quarteto fantástico” – Balm Vult, o BB Sérum, o potinho e o sabonete líquido.

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