Focus mantém IPCA, Selic e dólar sem alteração para 2023, 2024 e 2025

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira de 2023 permaneceu em 4,86%, segundo o Relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (25) com estimativas coletadas até o fim da semana passada.

Para 2024, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) manteve-se em 3,86%. Para 2025, ficou parada em 3,50%.

Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas manteve-se em 11,75% no fim de 2023, 9,00% no de 2024 e 8,50% em 2025.

As mediana das estimativas para o dólar também permaneceram inalteradas nos três vencimentos: em R$ 4,95 neste ano, R$ 5,00 no próximo e R$ 5,10 no seguinte.
Mediana das projeções do mercado para o crescimento do PIB de 2023 voltou a subir, agora de 2,89% para 2,92%, para 2024, manteve-se em 1,50%, e para 2025, caiu de 1,95% para 1,90%

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Cifras da pobreza nos EUA dependem da metodologia que se usa

Medir as privações conta uma história mais heterogênea do que qualquer das duas taxas de pobreza. Uma pesquisa anual do Centros de Controle e Prevenção de Doenças concluiu que o número de pessoas que demoraram para buscar cuidados médicos ou deixaram de tomar medicamentos prescritos por causa de seu custo caiu de 2020 para 2021 e ficou inalterado de 2021 para 2022. Isso soa como uma melhora constante, e conflita com a narrativa de que a pobreza despencou e depois disparou.

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Entenda o que é Mounjaro, remédio usado no emagrecimento aprovado pela Anvisa

Os três medicamentis simulam efeitos de hormônios intestinais que atuam na sensação de saciedade e no metabolismo do corpo humano. A diferença é que o Mounjaro, nome comercial da tirzepatida, imita a ação do peptídeo semelhante a glucagon 1, ou GLP-1, e o peptídeo insulinotrópico dependente de glicose; já Ozempic e Wegovy simulam apenas o GLP-1.

Um estudo publicado no The New England Journal of Medicine comparando essas drogas descobriu que o uso de tirzepatida leva a reduções maiores nos níveis de açúcar no sangue e a uma perda de peso maior que os outros produtos.

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Maioria se opõe a uso recreativo de maconha, mas usaria para tratar saúde

Após medir esse conhecimento, o Datafolha perguntou aos brasileiros sobre o posicionamento em relação a maconha medicinal, informando previamente que “a maconha medicinal, também conhecida como Cannabis medicinal pode ser utilizada para tratamento medicinal de várias doenças”.

Pensando no Brasil, 76% são a favor de legalizar o uso da maconha como remédio, e 22% são contra, com 1% indiferente e 2% sem opinião. Esse apoio é majoritário em todos os segmentos, inclusive entre evangélicos (67%), eleitores de Bolsonaro (69%) e brasileiros com 60 anos ou mais (66%).

Dois em cada três (67%) brasileiros com 16 anos ou mais também são a favor do plantio de maconha para fins medicinais no Brasil, e 31% são contra, com 2% indiferentes e 1% sem opinião.

Uma parcela de 2% dos brasileiros diz já ter usado algum medicamento à base de maconha, e 1% está usando atualmente.

Entre os 97% que nunca usaram remédios derivados da cannabis, 60% dizem que com certeza aceitariam ser tratados com maconha se esse fosse o tratamento mais indicado por um médico de sua confiança, e há 15% que talvez aceitassem esse tipo de indicação. Uma parcela de 23% não aceitaria ser tratado com maconha mesmo que essa fosse a indicação de um médico de sua confiança, e 2% não opinaram.

Entre os homens, 67% aceitariam com certeza o tratamento com cannabis, índice superior ao registrado entre mulheres (54%). No segmento evangélico, 50% certamente aceitariam uma indicação médica e usariam medicamento a base de maconha, e 17% talvez aceitassem. Entre católicos esses índices ficam em 61% e 14%, respectivamente.

Na população brasileira com 18 anos ou mais, 22% já fumaram maconha alguma vez na vida (30% dos homens e 14% das mulheres), sendo que 5% dizem fumar maconha atualmente (8% dos homens e 3% das mulheres).

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Novas técnicas podem reverter o envelhecimento

Há três maneiras de reverter substancialmente o envelhecimento biológico que atualmente contam com bom fundamento experimental, além de diversas outras, bem mais incertas.
A primeira é fazendo reprogramação molecular direta para a reversão da perda de informações epigenéticas. Um caminho envolve a indução dos chamados fatores de Yamanaka, que são proteínas capazes de fazer com que células somáticas voltem ao seu estado indiferenciado, pluripotente.
A segunda maneira é por meio de suplementos contendo moléculas que modificam provisoriamente as reações epigenéticas, para favorecer a eliminação de células velhas. Um exemplo é o NMN, que serve para a produção de um composto chamado NAD+, o qual, além de reduzir a presença de células senescentes, faz com que diversas organelas funcionem melhor.
Outra molécula que também reverte o relógio biológico em mamíferos é a rapamicina, um imunossupressor muito usado em transplantes. O problema neste caso é que seus efeitos colaterais vão de diarreia e prisão de ventre a tremores e insônia.

Uma terceira é a metformina, um medicamento antidiabético. Neste caso, os principais efeitos colaterais são menores e tendem a desaparecer após alguns dias. Conforme lê-se em artigo publicado na revista Nature, “a metformina é um dos compostos geroprotetivos mais atraentes que existem, atuando através de extensa regulação epigenética” (Wang et al, 2022). Acontece que a droga reduz um pouco os ganhos de massa muscular através de exercícios, os quais são fundamentais para o envelhecimento saudável, o que achata seu potencial.

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