‘Beleza limpa’ atrai investimento do varejo e da indústria
Indústrias no Brasil fazem aportes em produtos livres de insumos artificiais, mercado com receita global prevista de US$ 22 bi em 2024.
A Simple Organic também começou a operar no Brasil com a produção do exterior. O portfólio começou com dermocosméticos e hoje inclui categorias como maquiagem e produtos para cabelos. A fundadora Patrícia Lima conta que, devido às dificuldades de encontrar instalações fabris brasileiras adequadas ao propósito da Simple Organic, a operação começou na Itália. Até então atuante em publicidade, Lima diz que os primeiros anos de produção foram bancados pelas receitas da agência. O fluxo de caixa da Simple Organic não era suficiente para custear a operação.
Mas seu desempenho chamou a atenção do mercado tradicional e, no fim de 2020, a Hypera Pharma comprou a marca. Depois, começou a contar com a megaestrutura da farmacêutica, e sua fundadora diz que as formulações ficaram inalteradas. “Seguimos com nossa identidade, operando completamente diferente, mas estou vivendo meu sonho porque hoje temos a robustez do grupo”, diz.
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