Novo remédio para ejaculação precoce já é vendido no Brasil; veja como funciona e riscos

Um novo remédio indicado para a ejaculação precoce aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no ano passado teve seu preço máximo definido para os consumidores e já é comercializado no Brasil. Segundo a Farmoquímica, que o produz, ele está sendo vendido no país desde fevereiro deste ano e custa cerca de R$ 55 para uma caixa com seis comprimidos.

O medicamento em questão é o Prosoy. A autorização do remédio pela Anvisa ocorreu em março de 2022, mas ele só começou a ser vendido quase um ano depois, em fevereiro deste ano, segundo a farmacêutica.

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Rotulagem de medicamentos tem normas atualizadas

A rotulagem de medicamentos passou a vigorar com normas atualizadas. A diretoria da Anvisa aprovou mudanças na resolução, com o objetivo de conferir mais transparência às informações dos remédios na embalagem e incentivar o consumo racional. As mudanças integram o processo de modernização do marco regulatório encabeçado pela autarquia.

Segundo a Agência Brasil, os medicamentos isentos de prescrição médica (MIPs) terão a classe terapêutica e a indicação na parte da frente da embalagem, de modo a facilitar a visualização pelo consumidor.

A quantidade total de medicamentos presentes na caixa também ficará na frente da embalagem. “Com intuito semelhante, foi permitida a colocação da quantidade total do medicamento na face frontal da embalagem, podendo auxiliar o cidadão na comparação de preço dos produtos, sem, no entanto, causar prejuízo para a compreensão das informações relacionadas ao uso seguro do medicamento”, informa nota da Anvisa.

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Marca própria das farmácias estreia no top 100 de vendas

A marca própria das farmácias brasileiras pede passagem e, pela primeira vez, divide espaço com fabricantes tradicionais no ranking de venda de produtos no PDV. Cinco grandes redes estão no top 100 em unidades, sendo que quatro já movimentam três dígitos em faturamento.

Os dados da Close-Up International levam em conta os últimos 12 meses até junho e consideram inclusive as marcas próprias de medicamentos comercializadas até o veto da Anvisa, em dezembro do ano passado.

A Raia Drogasil (RD) figura na 23ª posição em volume, com 86,1 milhões de unidades vendidas, bem à frente do Grupo DPSP, Pague Menos e Panvel e Drogaria Araujo. Juntas, essas empresas respondem por 5% dos mais de 151 milhões de itens que saíram das prateleiras no período.

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Cellera mira R$ 1 bilhão com medicamento blockbuster

A Cellera Farma acaba de anunciar a aquisição do registro do Tylex, medicamento que é um dos líderes de vendas no combate à dor. Com o direito de uso válido para o mercado brasileiro, a farmacêutica nacional projeta chegar a R$ 1 bilhão de receita líquida até 2026.

A empresa fechou 2022 com faturamento de R$ 416 milhões e espera chegar ao fim de 2023 com avanço em torno de 20% e acima de 50% em 2024.

“É uma parceria primordial para nossas metas de negócios. Queremos estar entre as 30 maiores companhias da indústria farmacêutica no país e, então, partir para a abertura de capital”, enfatiza Omilton Visconde Jr., sócio e CEO da Cellera Farma. Hoje, a companhia ocupa a 38ª posição setorial, de acordo com a Close-Up International.

A partir deste mês, a Cellera passa a produzir o medicamento em sua fábrica na cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo. Com isso, a farmacêutica espera ampliar em média 10% ao ano o volume de vendas da marca no país.

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Fraca demanda faz indústria global reviver crise de 2008

Para analistas, as perspectivas para a economia mundial vão depender se o setor de serviços será capaz de sustentar o emprego.
Em uma teleconferência sobre resultados em julho, o CEO da L’Oreal, Nicolas Hieronimus, reconheceu que a confiança do consumidor na China “ainda não está no nível anterior à covid”.

A queda na demanda por mercadorias físicas afeta fabricantes em todo o mundo. O índice de atividade industrial dos EUA divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) melhorou ligeiramente em julho, para 46,4, mas continuou abaixo de 50 pelo nono mês seguido – a série mais longa desde a recessão provocada pela crise financeira de 2008. As encomendas de produtos eletrônicos e químicos têm sido especialmente fracas.

O índice de atividade industrial mundial da S&P Global também ficou abaixo de 50 pelo 11º mês consecutivo em julho, uma sequência que só perde para as registradas em 2008 e 2009. A medição indica uma contração na atividade manufatureira em cerca de 70% das 29 principais economias.

Os dados da pesquisa de atividade industrial da S&P Global mostram fragilidades específicas na Europa, e o índice da Alemanha, a maior economia da região, ficou em 38,8 no mês passado.

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