Eli Lilly achieves hard-won success with Alzheimer’s and obesity drugs

US drugmaker Eli Lilly is riding a wave of investor optimism and media hype about new treatments for two of the biggest public health problems: obesity and Alzheimer’s.

Scientific breakthroughs for both diseases have caused its shares to surge 75 per cent to a record high over the past 12 months. This week it leapfrogged Johnson & Johnson and UnitedHealth to become the world’s most valuable drugmaker and healthcare company by market capitalisation.

Chief scientific and medical officer Daniel Skovronsky told the Financial Times that Lilly was planning to launch more than 20 new drugs over the next decade to sustain its growth and that it wants to become the first trillion dollar healthcare company.

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Ozonioterapia não foi incorporada ao SUS por comissão

As chamadas PICs (práticas integrativas e complementares), presentes no sistema de saúde pública, não tiveram sua avaliação e incorporação pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS).

Entre elas, está a ozonioterapia, cujo uso foi sancionado na última segunda (7) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mesmo sem ter comprovação científica e ser alvo de críticas de entidades médicas.

Para ser incluída no SUS (Sistema Único de Saúde), uma terapia, medicamento ou tecnologia em saúde precisa da aprovação da Conitec. Só que, desde a sua criação, em 1988, as quase três dezenas de terapias complementares atualmente incorporadas ao SUS não passaram por esse crivo científico.

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Vacina contra a Covid puxa faturamento das farmacêuticas

A vacina contra a Covid-19 foi a principal âncora do crescimento da indústria farmacêutica em 2022, que alcançou receita recorde de R$ 131,2 bilhões. Os dados são do Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico, apresentado na última semana pela Secretaria Executiva da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (SCMED).

O faturamento com os imunizantes totalizou R$ 5,44 bilhões e representou 4,15% do montante arrecadado pelos laboratórios no ano passado. A categoria superou, inclusive, os anticorpos monoclonais antineoplásicos destinados ao tratamento de diversos tipos de câncer – como o de pulmão, rins e o melanoma. Este segmento, até então imbatível na liderança, movimentou R$ 4,16 bilhões, o equivalente a 3,17% da receita total.

O terceiro lugar coube aos analgésicos não narcóticos e antipréticos isentos de prescrição, entre os quais dipirona e paracetamol, cujas vendas superaram R$ 2,99 bilhões. Na sequência aparecem os chamados produtos anti-TNF (R$ 2,51 bilhões), que compreendem os remédios para doenças autoimunes e inflamatórias; e os fármacos contra diabetes e obesidades, como Ozempic e Saxenda (R$ 2,26 bilhões).

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PL proíbe venda de medicamentos em supermercados

A Câmara Municipal de Manaus aprovou nesta quarta-feira, dia 9, o Projeto de Lei 142/2023, que proíbe a venda de medicamentos em supermercados, conveniências e estabelecimentos similares, inclusive camelódromos e ambulantes. A decisão, que pode abrir precedente em todo o país, partiu da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

O projeto, do vereador Marcelo Serafim (PSB), enfatiza que estes estabelecimentos não dispõem de profissionais farmacêuticos que auxiliem o consumidor e que não é recomendado que os locais comercializem medicamentos.

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