União Química ampliará fábrica com R$ 200 milhões

A União Química vai destinar R$ 200 milhões para ampliar a capacidade produtiva de sua fábrica em Pouso Alegre, no sul de Minas Gerais. O governo mineiro fez esse anúncio na última quarta-feira, dia 23. As informações são do G1.

Segundo a assessoria do governo, a expectativa é que as obras sejam concluídas até o primeiro semestre de 2024, com a geração de 300 empregos permanentes.

A farmacêutica construirá cinco linhas de produção de alta performance, que terão equipamentos importados da Itália, além de uma creche para utilização pelos filhos dos funcionários e colaboradores.

A projeção é chegar a 30 milhões de unidades por mês, com foco tanto no mercado brasileiro como também na América Latina. A União Química prevê reforçar especialmente a produção de medicamentos injetáveis, colírios e remédios de especialidades, entre os quais antibióticos e anti-inflamatórios.

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Justiça condena dono da Farma Conde por sonegação

O dono da Farma Conde teria lucrado pelo menos R$ 50 milhões com a fraude, de acordo com a sentença. Mas o fato de ter delatado o esquema possibilitou ao Estado recuperar R$ 1 bilhão em impostos.

Intitulada Operação Monte Cristo, a investigação começou em 2017 e resultou em uma grande varredura em 2020, envolvendo 32 municípios de Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Estima-se que a organização criminosa tenha desviado mais de R$ 10 bilhões dos cofres públicos.

“O mercado não é inocente, não é ingênuo, como eu também não sou ingênuo. Se o remédio custa R$ 8 e está custando R$ 4, é porque não foi recolhida a substituição tributária”, afirmou Conde Neto em 2021, em depoimento ao qual o programa Fantástico (TV Globo) teve acesso à época.

O empresário apontou que a sonegação reuniu mais de 150 distribuidoras fantasmas no estado de São Paulo, que viabilizaram a operação fraudulenta a serviço de redes de pequeno porte e farmácias independentes.

Os promotores do Ministério Publico relatam que o esquema driblava o pagamento do ICMS para obter alíquotas mais vantajosas em outros estados. Para não pagar mais em São Paulo, os acusados enviavam os medicamentos para Goiás. De lá, a mercadoria era levada de volta para São Paulo, onde distribuidoras recolhiam o imposto. Quando o fisco chegava para cobrar, essas empresas já não existiam, não tinham patrimônio ou não se encontrava nenhum sócio efetivamente dessa empresa.

Mas para que esse esquema funcionasse, uma das figuras importantes era David Mariano Fagundes, fiscal da Sefaz-SP que solicitou aposentadoria logo após ter conhecimento das investigações. Segundo a delação, ele propôs uma consultoria para as empresas do esquema, usando o escritório do sobrinho Michel Domingos. Até sua irmã foi usada como laranja.

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Sindusfarma monthly prescription (Jul.23): Modest Acceleration

Sindusfarma data reported some modest acceleration of sell-in sales in July (+11.6% y/y, reaching +16.0% y/y LTM), mainly driven by pricing as volumes remained broadly stable y/y. Moreover, sell-out sales improved modestly to +8.0% y/y in July (vs. 6.9% y/y in June), reaching +13.0% on a LTM basis. Of note, generic sales continued to fare batter with sell-in/sell-out reaching +18.6/11.1% y/y (or +13.8/16.1% y/y LTM). Albeit gradually evolving from a weaker June, the industry growth continues to be constrained by tough volume comps in 2022, which, in fairness, might start to subsidize more meaningfully by Q4.

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Desoneração de cesta básica e medicamentos não são melhor uso de recursos públicos, diz secretário

No caso da cesta básica e dos medicamentos, avaliados pelo Ministério do Planejamento, a conclusão foi que cobrar tributos e direcionar as receitas para atender a população de baixa renda é melhor, do ponto de vista da qualidade dos gastos públicos, do que cortar tributos para beneficiar a população em geral, informou o secretário.

Cesta básica e medicamentos são candidatas a seguir com desoneração tributária após a reforma. As conclusões sobre os benefícios produzidos pelas desonerações tributárias complementam o estudo do Ministério da Fazenda que aponta o peso de cada tratamento tributário favorecido na alíquota-padrão a ser cobrada quando for criado o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), comentou Firpo.

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Pfizer divulga programa para colaboradores negros

E essa não foi a única iniciativa para reforçar a diversidade. No recente processo seletivo para estagiários promovido pela Pfizer, metade das vagas eram destinadas para profissionais negros e 71% das candidaturas se enquadravam no pré-requisito.

“Queremos que o nosso quadro de colaboradores reflita, cada vez mais, a composição da sociedade em que atuamos”, afirma a executiva.

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Pague Menos entra em índice de diversidade da B3

A Pague Menos fará parte do recém-lançado IDIVERSA B3. O índice, lançado pela Bolsa de Valores no último dia 15, visa a destacar as empresas listada no mercado de ações com iniciativas de promoção da diversidade étnica e de gênero. As informações são do Diário do Nordeste.

Hoje, a varejista cearense tem 11.796 mulheres em seu quadro de colaboradores, composto por aproximadamente 25 mil profissionais. Além disso, mais da metade dos líderes da companhia, no caso 59%, são mulheres.

Outro ponto de destaque na Pague Menos é a diversidade étnica. Em 2021, 66% dos colaboradores eram de origem negra, total que subiu para 74% no ano passado.

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Debate sobre medicamentos especiais é adiado pela ANS

oi exatamente por causa dessa divisão no setor que a discussão sobre os medicamentos especiais foi adiada. O problema para a indústria é que a visão da Advocacia Geral da União (AGU) é similar à da nota técnica.

Para o órgão, as regras para medicamentos comuns não devem se aplicar aos especiais, que só deveriam ser obrigatoriamente cobertos “quando expressamente previstos no Rol de Procedimento e Eventos em Saúde”.

A tendência é que, no futuro, a ANS retome o debate, trazendo para mesa alguns limites, como uma espécie de “teto de gastos” com base na efetividade do medicamento.

O Conitec, que avaliza ou veta a distribuição de remédios pelo SUS, já mantem um limiar semelhante quando o assunto são os medicamentos especiais.

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Quase 50 medicamentos genéricos estão embargados na justiça

De acordo com um levantamento do Grupo Farma Brasil, quase 50 remédios de alto custo vivem disputas judiciais de patente que impedem a produção de genéricos. Dentre as doenças que poderiam ter um tratamento mais democrático, estão o diabetes, o TDAH, o HIV e até mesmo o câncer.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou, em 2021, que as patentes farmacêuticas, que impedem medicamentos genéricos, devem ter uma duração máxima de 20 anos. Só que isso não impediu que o tema seguisse nos tribunais.

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