IBC-Br cai 0,06% em outubro; no acumulado do ano, ‘prévia do PIB’ cresce 2,36%
Em setembro, o indicador teve queda de 0,05%
Veja maisEm setembro, o indicador teve queda de 0,05%
Veja maisA Eurofarma quer captar R$ 500 milhões com debêntures para reforçar caixa. A oferta, voltada a investidores profissionais, deve ser concluída até o dia 26.
Os títulos serão emitidos em série única e terão prazo de quatro anos. A remuneração será equivalente a CDI com acréscimo de 1,25% ao ano. O UBS BB é o coordenador líder da oferta.
Veja maisA Fitch Ratings atribuiu, hoje, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à sexta emissão de debêntures quirografárias, no montante de BRL500 milhões e com vencimento final em 2027, da Eurofarma Laboratórios S.A. (Eurofarma, Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’/Perspectiva Estável). Os recursos da emissão serão integralmente utilizados para reforço de caixa, incluindo os negócios de gestão ordinária da emissora.
Os ratings da Eurofarma refletem o seu forte perfil de negócios na defensiva indústria farmacêutica do Brasil, suportado por relevante posição competitiva, robusta geração de fluxo de caixa operacional (CFFO) e adequado fluxo de caixa livre (FCF) antes dos dividendos, ambos testados em diversos ambientes econômicos adversos. A internacionalização dos negócios da companhia, que atua em 22 países, é positiva e se reflete em aumento de escala e diversificação geográfica e de produtos, posicionando-a entre as principais empresas do setor. A estrutura de capital é historicamente conservadora. Um aumento moderado da alavancagem deve ocorrer em 2023, em razão das aquisições realizadas, com retorno aos patamares históricos a partir de 2024.
A Perspectiva Estável do rating corporativo reflete a expectativa de que a Eurofarma continue registrando robusta geração de caixa operacional e mantenha sua estrutura de capital e sua liquidez em patamares conservadores nos próximos anos, mesmo diante de aquisições relevantes.
Estrutura de Capital Conservadora: A alavancagem líquida da Eurofarma deverá aumentar temporariamente em 2023, próxima a 3,5 vezes pelas métricas da Fitch, e a expectativa é que se reduza para 2,0 vezes a partir de 2024, à medida que a empresa fortaleça sua geração de caixa operacional. Nos últimos cinco anos, o índice dívida líquida ajustada/EBITDA ficou, em média, abaixo de 1,0 vez. A capacidade de a companhia preservar reduzida alavancagem deve sustentar sua estratégia de crescimento nos próximos anos, financiada com um mix de geração de caixa própria e novas dívidas, com pressões gerenciáveis na estrutura de capital. A Fitch estima um aumento da dívida líquida da companhia para BRL6,0 bilhões ao final de 2023, de BRL3,2 bilhões ao final de 2022.
O Corinthians não terá mais a Neo Química como patrocinadora máster em 2024.
O acordo atual, até o fim de 2025, será quebrado pela atual diretoria, que recebeu proposta mais vantajosa e chegou a um acordo de rompimento amigável com a Hypera Pharma. A empresa abriu mão do contrato sem indenização.
As negociações de saída com a Hypera começaram pelo fato de o Corinthians achar que os valores para o patrocínio máster estavam defasados. Em 2021, o Timão fechou com a empresa por R$ 18 milhões anuais (R$ 22 milhões na correção para 2024). Atualmente, outras empresas pagam mais caro por outras propriedades da camisa.
Veja maisVenvanse – Takeda
O dimesilato de lisdexanfetamina do laboratório japonês detém duas patentes que se encerram em 2024. A primeira, para uso adulto, vence em fevereiro. Já a segunda, para o uso pediátrico, perderá exclusividade em agosto.
O medicamento é uma anfetamina oral indicada para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
O fármaco gerou mais de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,2 bilhões) para os cofres da companhia, o que fez com que laboratórios como Mylan, Sandoz e Teva planejem fabricar sua versão genérica.
Eraxis – Pfizer
A situação do antifúngico intravenoso Eraxis, da Pfizer, é um pouco mais complexa. A patente original do remédio venceu em 2020, mas uma cláusula de exclusividade para o tratamento de um novo público estendeu esse período para até setembro do próximo ano.
No Brasil, já é possível encontrar alguns genéricos com o princípio ativo, mas, nos Estados Unidos, essa ainda não é a realidade.
Stelara – Johnson & Johnson
Aplicado no tratamento da doença de Crohn e da psoríase, o Stelara, da Johnson & Johnson, perderá a patente de uma das moléculas presentes em sua composição na segunda quinzena de setembro.
Isentress – Merck
Utilizado no tratamento do HIV, o antirretroviral Isentress, da Merck, arrecadou US$ 633 milhões (R$ 3,1 bilhões) em 2022, mesmo com as vendas em queda com o iminente acirramento da concorrência
Algumas das patentes que protegiam o raltegravir já se encerraram no começo do ano e outras duas vencem no próximo mês de outubro. Um genérico produzido pela Hetero Labs já recebeu, inclusive, uma aprovação provisória.
Zonkinvy – Eiger/Merck
A californiana Eiger Biopharmaceuticals tinha como carro-chefe o Zokinvy, tratamento inédito contra progéria – síndrome rara que causa o envelhecimento acelerado.
O laboratório vendeu o medicamento para a Merck, que faturou US$ 12 milhões (R$ 58,7 milhões) em 2022 e US$ 4,1 milhões (R$ 20 milhões) no primeiro semestre deste ano.
Entresto – Novartis
Combinando sacubitril e valsartan, o Entresto, da Novartis, é destinado ao tratamento da insuficiência cardíaca. Suas patentes começaram a expirar no começo do ano e, até o primeiro semestre de 2024, todas terão vencido.
Otezla – Amgen
Voltado ao tratamento da psoríase, o Otezla, da Amgen, viveu um 2023 difícil, com várias patentes se encerrando em março e uma perda de exclusividade em dezembro. Com tal cenário, vários genéricos de apremilast começaram a receber aprovações provisórias, mas o laboratório conseguiu bloquear as comercializações até 2028.
Victoza e Saxenda – Novo Nordisk
Entre o final de 2023 e o primeiro semestre de 2024, as patentes que protegem as injeções recombinantes de liraglutida da Novo Nordisk chegarão ao fim.
Em 2022, tanto o Victoza, quanto o Saxenda, registaram arrecadação bilionária, respectivamente US$ 1,8 bilhão (R$ 8,8 bilhões) e US$ 1,5 bilhão (R$ 7,3 bilhões).
Veja maisA Câmara aprovou nesta sexta-feira, dia 15, a PEC da reforma tributária, e um dos setores que mais pode se beneficiar é o de medicamentos. As informações são do Estadão. Atualmente, o imposto sobre esses produtos no Brasil (31,3%) é cinco vezes maior que a média mundial (6%), segundo levantamento do Sindusfarma.
Com a aprovação da reforma tributária, o sistema seria simplificado por meio da substituição de cinco impostos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) por dois Impostos de Valor Agregado (o Imposto sobre Bens e Serviços, IBS, e a Contribuição sobre Bens e Serviços, CBS) e um Imposto Seletivo.
Segundo a PwC, a mudança já diminuiria a carga tributária que incide sobre os remédios. A incidência do IBS, por exemplo, faria com que a média de imposto caísse de 31,3% para 26,9%, segundo a consultoria.
Veja maisInaugurado em maio deste ano, o laboratório da Roche especializado em controle de qualidade demandou um aporte de R$ 40 millhões. O montante abrange investimentos locais e também da matriz da indústria farmacêutica na Suíça.
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Veja maisO São Paulo Futebol Clube também deve anunciar um acordo de ‘naming rights’ com a fabricante de alimentos Mondelez para o Estádio do Morumbi.
Se o contrato for assinado, o Pacaembu se junta a outros estádios de clubes de futebol brasileiros que possuem acordos semelhantes de ‘naming rights’ com valores milionários. Entre eles, a Neo Química Arena, que rebatizou a Arena Corinthians em 2020, o Allianz Parque, nome da Arena Palmeiras desde 2013, e a MRV Arena, como é chamado o novo estádio do Clube Atlético Mineiro, inaugurado em agosto deste ano, em Belo Horizonte (BH).
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