Ozempic: farmacêutica investirá US$ 2,3 bi na França

A Novo Nordisk anunciou nessa quinta-feira (23) um investimento de US$ 2,3 bilhões (R$ 11,2 bilhões) para aumentar a produção de seus medicamentos para perda de peso e diabetes, altamente populares, em Chartres, na França, à medida que corre para atender à demanda crescente.

O investimento aumentará significativamente a capacidade de produção dos medicamentos atuais, incluindo Ozempic e Wegovy, bem como outros tratamentos para obesidade em desenvolvimento, disse a empresa farmacêutica dinamarquesa.

A Europa tem sofrido com a falta de Ozempic, utilizado no combate contra diabetes e que usa o mesmo ingrediente (semaglutida) do medicamento para perda de peso Wegovy, que ainda não está amplamente disponível na Europa.

A farmacêutica impôs restrições ao uso de Ozempic na União Europeia nesta semana, pois o medicamento também é procurado para tratamento de obesidade, apesar de não haver comprovação de sua eficácia neste caso.

A Alemanha está considerando proibir a exportação do medicamento. A Bélgica proibiu as prescrições da injeção semanal, a menos que sejam para pacientes com diabetes tipo 2.

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Patente de vacinas vira derrota para laboratório americano

A patente de vacinas mRNA colocou frente a frente a Moderna e a parceria entre BioNTech e Pfizer. E o resultado não foi positivo para a primeira. As informações são do Notícias ao Minuto.

O processo tramitava no Instituto Europeu de Patentes e o órgão deu razão para a dupla. Segundo informações da Reuters, a Moderna irá recorrer da decisão, enquanto a BioNTech comemorou o veredito.

Na visão da reclamante, o laboratório e a empresa de biotecnologia copiaram o sistema de mRNA criado por ela e patenteado cerca de dez anos antes da pandemia da Covid-19.

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Farmacêutica multinacional desiste de briga judicial

A farmacêutica multinacional Novartis desistiu de disputa judicial para acessar documentos da Takeda. O pedido da companhia suíça faz parte de uma investigação sobre um possível caso de roubo de segredos comerciais. As informações são do Fierce Pharma.

O objetivo da companhia era apurar se um ex-funcionário que atuava no Egito teria levado documentos confidenciais para a farmacêutica japonesa. Para tal, entrou com uma queixa junto ao Tribunal Superior de Massachusetts, nos Estados Unidos, no último mês de outubro.

Segundo a parte reclamante, o colaborador, antes de deixar seu cargo, transferiu mais de 10 mil documentos para seu e-mail pessoal. Pouco tempo depois, ele ocupou uma colocação similar na Takeda.

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